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Pessoa a abastecer carro

A segunda semana de fevereiro arrancou e, para os condutores em Portugal, o cenário nos postos de abastecimento reflete um misto de sensações. Se por um lado havia a expectativa de um alívio generalizado, a realidade mostra tendências opostas dependendo do tipo de combustível que o teu veículo consome.

De acordo com os dados mais recentes, o preço médio do gasóleo não registou a descida expressiva que muitos esperavam, estabilizando nos 1,586 euros por litro. Já quem precisa de abastecer o carro com gasolina simples enfrenta um cenário menos animador, com um aumento médio de 0,6 cêntimos, fixando o valor em 1,67 euros por litro, segundo avança o Mais Gasolina.

O que muda nas grandes gasolineiras

Apesar da estabilização do preço médio nacional do gasóleo, as principais marcas operaram ajustes ligeiros que podem fazer a diferença no final do mês. As gigantes BP, Galp e Repsol aplicaram uma descida de meio cêntimo por litro no gasóleo simples, oferecendo um pequeno alívio aos utilizadores deste combustível.

No campo da gasolina, a tendência de subida verificou-se com maior intensidade nestas mesmas insígnias. Tanto a BP como a Repsol aumentaram o preço em um cêntimo por litro, enquanto a Galp foi mais longe, registando uma subida de dois cêntimos por litro. É importante notar que estes valores têm por base os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) referentes à passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro, e já contemplam os descontos de bomba e medidas governamentais.

O impacto da carga fiscal

Ainda que o mercado dite as oscilações da matéria-prima, o peso dos impostos continua a ser um fator determinante no preço final pago pelos consumidores. As medidas de mitigação implementadas pelo Governo em 2022, focadas no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), permanecem tecnicamente em vigor, mas têm sofrido reversões graduais.

No final de novembro passado, uma revisão do ISP resultou num aumento da carga fiscal de cerca de 1,6 cêntimos por litro na gasolina e mais de 2,4 cêntimos no gasóleo. Esta atualização, impulsionada também por diretrizes da União Europeia, reduziu o "desconto fiscal" que amortecia os preços, impedindo que as descidas na cotação internacional dos combustíveis se traduzam integralmente numa poupança para os portugueses.




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