
Depois do seu lançamento na China em dezembro passado, o relógio inteligente que a marca descreve como indestrutível prepara-se para chegar ao mercado europeu. Uma fuga de informação oriunda da República Checa revela que o novo smartwatch da fabricante asiática vai aterrar nas lojas no início de março. No entanto, o seu posicionamento no segmento premium traz um preço que pode surpreender os fãs habituados aos valores tradicionais da marca.
Desempenho de topo e autonomia superior
Se o hardware da versão chinesa for mantido no modelo global, os utilizadores podem esperar um equipamento extremamente robusto. O relógio é alimentado pelo processador Snapdragon W5 Gen 1, que trabalha em conjunto com um chip secundário BES2800 de baixo consumo. Esta combinação permite gerir tarefas em segundo plano de forma eficiente sem sacrificar o desempenho diário do sistema. O ecrã AMOLED de 1,54 polegadas apresenta uma resolução de 480 por 480 píxeis e atinge um pico de brilho de 1500 nits, garantindo uma excelente visibilidade mesmo sob luz solar direta intensa.
O grande trunfo deste wearable é a sua bateria de 930 mAh com tecnologia de silício-carbono. A fabricante assegura que este componente resolve o problema crónico da falta de autonomia nos relógios mais potentes do mercado, entregando até 6 dias de uso contínuo no modo de alta performance e uns impressionantes 18 dias no modo de poupança de energia.
Estratégia de lançamento e preço para o mercado europeu
A chegada deste equipamento à Europa não será um evento isolado. A estratégia da fabricante passa por alinhar esta estreia com o lançamento da nova geração de telemóveis de topo, nomeadamente os novos Xiaomi 17 Ultra e as respetivas versões base da mesma linha. O ecossistema será ainda reforçado com os novos tablets da série Xiaomi Pad 8 e as variantes Pro. Para minimizar o impacto do valor do relógio, é muito provável que existam campanhas promocionais de lançamento com descontos na compra conjunta de vários dispositivos.
No que diz respeito a valores, a informação partilhada pela loja checa e divulgada pelo Hardware Upgrade indica que a versão base, sem dados móveis, vai custar cerca de 329 euros e estará disponível nas cores verde e preto. Para os utilizadores que pretendem deixar o telemóvel em casa e manter a conetividade, existirá uma variante com suporte para eSIM, cujo preço deverá ultrapassar a barreira dos 400 euros. Todos os detalhes oficiais deverão ser confirmados no início de março, durante a feira de tecnologia MWC 2026.












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