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Nvidia DLSS 5

Jensen Huang, CEO da Nvidia, aproveitou a sua apresentação na GTC 2026 para anunciar a nova geração da sua tecnologia de upscaling, classificada pela empresa como o maior avanço nos gráficos desde a chegada do ray tracing em 2018. No entanto, após uma onda de reações negativas sobre o aspeto gerado pelas imagens, o executivo veio agora a público defender a novidade, garantindo que as opiniões do público são infundadas, segundo avançou o Tom's Hardware.

A revelação original incluiu demonstrações em ação, onde a tecnologia tentava melhorar os visuais de personagens e ambientes através de inteligência artificial em tempo real. A reação de profissionais da indústria e dos consumidores não foi a mais positiva, com muitos a criticarem o aspeto artificial dos modelos. Durante uma sessão de perguntas e respostas no evento, quando questionado sobre esta reação negativa em torno do DLSS, Huang foi perentório a afirmar que as pessoas "estão completamente erradas".

O controlo nas mãos dos estúdios

O líder da empresa explicou que a nova iteração funde a capacidade de controlar a geometria e as texturas do jogo com a inteligência artificial generativa. Huang reiterou que esta capacidade não retira o controlo artístico aos criadores, permitindo que os estúdios afinem o desempenho da tecnologia para que esta corresponda ao estilo visual pretendido.

"Tudo isso está sob o controlo direto do programador do jogo", acrescentou o CEO da fabricante. A empresa classifica esta abordagem como "inteligência artificial generativa com controlo de conteúdo", utilizando o termo de renderização neural para a descrever. Várias gigantes da indústria já confirmaram parcerias para utilizar a novidade, incluindo nomes como a Bethesda, CAPCOM, Hotta Studio, NetEase, NCSOFT, S-GAME, Tencent, Ubisoft e Warner Bros. Games.

Exigências técnicas e lançamento

Um detalhe curioso partilhado pela empresa é que as demonstrações iniciais exibidas ao público exigiram o poder de duas placas gráficas RTX 5090 para funcionar de forma fluida. Neste cenário de teste, uma unidade tratava da renderização do jogo, enquanto a segunda ficava dedicada exclusivamente a correr o modelo de IA.

Apesar desta exigência nas demonstrações, a fabricante garante que a versão final de lançamento vai necessitar apenas de um único processador gráfico para operar em pleno. Os detalhes sobre o desempenho no mundo real e a lista completa de hardware suportado ainda estão por anunciar, estando o lançamento oficial da tecnologia agendado para o outono.

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