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O WhatsApp encontra-se a realizar testes com uma nova modalidade de subscrição, assumindo contornos semelhantes às ofertas já existentes no Instagram e Snapchat. Segundo apontado pelo consultor de redes sociais Matt Navarra no Threads, esta novidade oferece a possibilidade de pagar para obter ícones, temas e toques sonoros adaptados ao gosto de cada um. A Meta já confirmou oficialmente o decorrer desta fase de avaliação.

De acordo com as declarações de um porta-voz da empresa à imprensa internacional, o chamado WhatsApp Plus surge como uma alternativa opcional desenhada para quem procura mais flexibilidade na organização e personalização da sua experiência na aplicação. O teste arrancou com uma base reduzida de utilizadores, tendo como objetivo principal a recolha de feedback estruturado para garantir a criação de algo com verdadeiro valor acrescentado.

As características centrais da nova subscrição

As principais funcionalidades deste pacote Premium focam-se essencialmente em elementos cosméticos, sem adicionar ferramentas que alterem a mecânica principal da aplicação. Entre as vantagens confirmadas estão as listas personalizadas, novos temas visuais para as conversas e a capacidade de atribuir toques específicos a determinados contactos.

Um dos pontos de maior destaque é o facto de os subscritores poderem fixar até 20 conversas no topo do seu ecrã, o que representa um salto considerável face ao limite imposto na versão gratuita, que tranca esta opção num máximo de três conversas. É de salientar que a empresa não faz qualquer menção à remoção de publicidade na área de Estado, funcionalidade que começou a exibir anúncios no decorrer do último ano.

Apesar de a tecnológica responsável pela aplicação não ter confirmado os preços finais da subscrição, analistas do mercado indicam que o plano poderá ser lançado a rondar os 2,49 euros mensais no mercado europeu. Foi igualmente assinalada a provável oferta de um mês de teste totalmente gratuito para os interessados.

O impacto nas contas e no modelo de negócio

Esta não é a primeira vez que a popular plataforma de mensagens pede dinheiro aos seus utilizadores. Há mais de uma década, o serviço exigia o pagamento de uma taxa anual de um dólar em regiões selecionadas. Esta barreira de entrada foi definitivamente eliminada em 2016, alguns anos após a aquisição pela empresa dona do Facebook.

Ao longo dos últimos anos, o modelo de negócio baseou-se na aproximação entre o tecido empresarial e o consumidor, permitindo a criação de anúncios diretos para o WhatsApp. Esta estratégia traduziu-se num pilar fundamental para as finanças da empresa mãe. Durante a apresentação dos resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2025, foi revelado que as receitas do portefólio de aplicações registaram um aumento de 54% face ao ano anterior, atingindo os 801 milhões de dólares (cerca de 746 milhões de euros).

Este crescimento expressivo foi fortemente impulsionado pelas mensagens empresariais pagas, com as receitas geradas pela plataforma a cruzarem a fasquia dos dois mil milhões de dólares anualizados apenas no último trimestre. Como a implementação do WhatsApp Plus ainda decorre em mercados muito limitados, apenas uma fração residual dos mais de três mil milhões de utilizadores mensais terá acesso à compra do plano nesta fase, não se prevendo um impacto imediato e profundo nas contas globais da empresa.

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