
A Mozilla acaba de disponibilizar o Firefox 151, uma atualização substancial que traz novidades muito aguardadas para o ambiente de trabalho e dispositivos móveis. De acordo com os detalhes partilhados pela Mozilla, a nova versão foca-se na facilidade de uso diário, alinhamento com as plataformas e em controlos mais apertados de segurança para os utilizadores.
Gestão de ficheiros e proteção elevada
Uma das adições mais práticas desta versão é a capacidade de unir vários ficheiros PDF diretamente no leitor integrado do navegador, eliminando a necessidade de recorrer a sites ou programas de terceiros externos. Além disso, os utilizadores de Linux e macOS contam agora com uma ferramenta nativa para criar e restaurar cópias de segurança locais dos seus perfis, o que facilita a transição de dados entre computadores. As extensões e os temas também se mantêm intactos ao mover o perfil para um novo local ou sistema operativo.
No campo da privacidade, o navegador passa a exigir permissões claras antes de qualquer site aceder a dispositivos e aplicações na rede local. Esta medida aplica-se a todos os utilizadores, deixando de ser exclusiva de quem ativava o modo de proteção mais rigoroso. A proteção padrão limita ainda as tentativas de recolha de dados por impressão digital do navegador, enquanto o modo de navegação privada ganha uma opção para apagar instantaneamente os dados da sessão sem precisares de fechar o programa.
Melhorias nos telemóveis e fluidez de sistema
Para quem utiliza a aplicação no formato móvel, o Firefox no Android introduz uma secção de definições dedicada para gerir funcionalidades melhoradas por inteligência artificial. Existe também um novo gesto muito intuitivo: basta deslizar verticalmente na barra de ferramentas para visualizar todos os separadores abertos. A nível de descoberta de opções, a página dedicada às traduções está agora mais fácil de encontrar.
No que toca à visualização, a API Document Picture-in-Picture é agora suportada, permitindo que conteúdos flutuantes fiquem sempre visíveis sobre o ecrã. O Windows vê a sua integração melhorada, com a localização a respeitar diretamente as permissões definidas no sistema operativo do utilizador. Por fim, quem utiliza os computadores da Apple pode agora tirar partido da área de transferência universal de forma estável ao colar links provenientes do iOS, enquanto os clássicos menus suspensos assumem o design visual nativo do próprio sistema.












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