
A Microsoft está a transformar a forma como interagimos com o seu assistente de inteligência artificial. Segundo a informação partilhada pela empresa no seu blogue oficial, o novo sistema de design do Copilot, liderado pelo diretor de design Jon Friedman, começou a chegar aos clientes do Microsoft 365. O grande objetivo passa por tornar a ferramenta num verdadeiro parceiro de pensamento, garantindo que seja mais acessível e consideravelmente menos intrusivo na rotina de trabalho.
Mais velocidade e um design focado no contexto
Na aplicação do Copilot, a caixa de introdução de texto apresenta-se agora com maiores dimensões, disponibilizando ferramentas e controlos diretamente por baixo da interface para que possas despachar trabalho mais depressa. A tecnológica acredita que esta abordagem simplificada resulta numa experiência muito mais responsiva, eliminando a frustração de lidar com interfaces que não acompanham o ritmo das tuas exigências ou que devolvem respostas rápidas mas incoerentes.
O segredo desta renovação assenta no princípio da revelação progressiva, gerido pela camada de inteligência Work IQ. Na prática, tens agora um painel expansível à esquerda para itens adicionais e opções de formatação integradas na própria caixa de texto. As funcionalidades mais avançadas e as integrações com outras aplicações surgem apenas quando o contexto assim o exige, reduzindo a carga cognitiva e tornando a navegação muito mais limpa. Além da estética, a aplicação está duas vezes mais rápida e o tempo de resposta a perguntas complexas melhorou cerca de 10%. Podes ainda escolher entre diferentes modelos de inteligência artificial, ajustando a ferramenta consoante a dificuldade da tarefa.
Adoção dispara nas aplicações de produtividade
A Microsoft destaca também a dinâmica positiva no que toca à adoção nas suas principais ferramentas de escritório. Após o lançamento desta nova experiência, a utilização do assistente registou aumentos de 27% no Word, 33% no Excel, 43% no PowerPoint e 30% no Outlook. É, no entanto, importante sublinhar que estes números se baseiam em amostras recolhidas nos primeiros dias de lançamento, representando ganhos a curto prazo.
Com esta reformulação, que marca uma transição de funcionalidades individuais para experiências ligadas e mais humanas, o assistente oferece também novas formas de aceder a ferramentas baseadas em agentes. Contudo, nem todas as inovações conquistaram o público de forma unânime, estando já previsto o recuo de pelo menos uma dessas implementações devido à falta de popularidade.












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