
A plataforma de colaboração visual deu um passo importante na sua integração com o desenvolvimento de software. Segundo o anúncio oficial partilhado pela Figma, a ferramenta Make permite agora aos utilizadores editar visualmente bases de código de produção diretamente a partir da aplicação para computador em versão beta.
Esta novidade tem como objetivo principal unir a criação de interfaces e a escrita de código num único fluxo contínuo, facilitando a comunicação entre diferentes departamentos.
Integração com fluxos de trabalho no Git
Esta atualização aproxima o mundo do design à programação de forma bastante prática. Com a introdução do suporte nativo para Git, as equipas de desenvolvimento podem gerir ramificações, realizar submissões locais e criar pedidos de integração para revisão conjunta.
Todo o processo decorre de forma integrada, eliminando a necessidade de alternar constantemente entre programas externos e o ecossistema da Figma.
Anotações contextuais e elementos interativos
Outra adição relevante no ambiente de trabalho é a capacidade de adicionar anotações contextuais aos projetos. Os utilizadores passam a ter a possibilidade de descrever interações ou animações específicas em detalhe no próprio documento.
Esta informação serve para orientar o agente na implementação exata destas mesmas características, aplicando-as em múltiplos elementos de forma coerente. A alteração garante uma transição muito mais simples entre o que foi inicialmente idealizado pelos criadores e o produto final que chega às mãos dos programadores.












Nenhum comentário
Seja o primeiro!