
A OpenAI está a testar uma nova subscrição e experiência na sua plataforma focada em cenários de utilização científica, embora ainda não seja claro se a novidade ficará disponível para todos os utilizadores independentemente do seu percurso académico ou profissional. A descoberta foi partilhada na rede social X pela página TestingCatalog, que identificou referências diretas ao plano "ChatGPT for Science" na versão web do serviço.
Nova subscrição com foco académico
Atualmente, a OpenAI disponibiliza o ChatGPT para uso pessoal, equipas (Teams) e empresas (Enterprise). Enquanto a variante pessoal está acessível a qualquer pessoa, os planos corporativos exigem domínios empresariais próprios e estruturas jurídicas verificadas. Tudo indica que o ChatGPT for Science seguirá restrições semelhantes, limitando o acesso a universidades ou institutos de investigação validados.

Esta vertente científica deverá contar com uma base de conhecimento muito mais sólida e contextualizada em descobertas e estudos de cariz científico, distinguindo-se das respostas generalistas da subscrição tradicional.
O poder do modelo GPT-Rosalind
Esta não é a primeira abordagem da criadora da tecnologia no segmento da ciência. Recentemente, a empresa revelou o GPT-Rosalind, uma ferramenta desenvolvida sobre a arquitetura avançada do GPT-5.5. Longe de ser apenas um assistente comum com instruções personalizadas, este modelo foi desenhado de raiz para investigação em ciências da vida à escala empresarial.
O acesso ao GPT-Rosalind está fortemente condicionado a organizações elegíveis — como grandes farmacêuticas ou centros de investigação de benefício público — através de uma estrutura de segurança e governança rigorosa. Com o ChatGPT for Science, a empresa poderá estar a planear democratizar parte destas capacidades para mais instituições. Embora ainda não exista uma data oficial para o lançamento, os testes ativos na web sugerem que o anúncio poderá acontecer dentro de poucas semanas.












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