
A Samsung prepara-se para alterar significativamente a estratégia de componentes da sua linha de telemóveis mais acessíveis, abandonando os processadores proprietários no próximo Galaxy A18. De acordo com informações avançadas pelo SamMobile, as novas versões 4G e 5G do equipamento vão recorrer a chips da MediaTek e da Qualcomm, uma decisão motivada pelo aumento constante dos custos de produção no mercado tecnológico.
Estratégia de redução de custos afasta a linha Exynos
Códigos recentes descobertos na interface One UI 9 indicam que a gigante sul-coreana decidiu abdicar dos seus habituais processadores de entrada para o seu futuro telemóvel económico. A variante 4G do modelo será equipada com um processador MediaTek Dimensity, enquanto a versão 5G apostará numa plataforma Snapdragon. Para o consumidor português, que procura habitualmente esta gama pelo seu equilíbrio entre preço e desempenho diário, esta mudança significa que o equipamento manterá o valor competitivo nas prateleiras, sacrificando a exclusividade do hardware para compensar o recente agravamento no preço das memórias a nível global.
Calendário de produção e design conservador
O arranque da produção em massa do modelo 4G está agendado para o próximo mês de agosto de 2026, com uma meta inicial conservadora de 100 mil unidades. A empresa espera escalar rapidamente a fabricação para cerca de 2,4 milhões de telemóveis em setembro e 2,5 milhões em outubro. O lançamento oficial deverá ocorrer durante o segundo semestre deste ano, chegando a variante 4G ao mercado alguns meses antes da opção com conectividade de quinta geração. Em termos visuais, o dispositivo não trará surpresas de maior, mantendo o clássico ecrã com entalhe em forma de gota, um contraste direto com o formato mais moderno que se espera no próximo Galaxy A27.












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