
O ecrã do recente topo de gama da Samsung está novamente no centro das atenções pelas piores razões. Vários proprietários do Samsung Galaxy S26 Ultra começaram a recorrer às redes sociais para reportar uma anomalia invulgar: o ecrã do telemóvel está, de forma gradual, a ganhar uma tonalidade avermelhada.
De acordo com o Android Authority, as queixas ganharam força na plataforma Reddit e na rede social sul-coreana Naver. Os relatos sugerem que este fenómeno não se manifestou imediatamente após a compra, tendo-se desenvolvido ao longo de alguns meses de utilização. Na maioria dos casos, o problema manifesta-se como um tom subtil de rosa, o que faz com que alguns utilizadores não o identifiquem de imediato.
Samsung já está a investigar o caso
A gigante sul-coreana já confirmou que a situação é real e que não se trata de uma falsa perceção por parte dos consumidores. Em declarações prestadas à publicação Newsway, a Samsung limitou-se a informar que está a "examinar a questão internamente para confirmar a causa" do problema.
Até ao momento, permanece a incógnita sobre se a falha está relacionada com um defeito físico crónico no hardware ou se surgiu no seguimento de alguma atualização de software recente — uma situação que recorda as famosas linhas verdes e vermelhas que costumam afetar os ecrãs AMOLED da marca.

Nas redes sociais, alguns utilizadores especulam que a tonalidade vermelha possa ser a cola utilizada entre o painel e os componentes internos a tornar-se visível sob luz ultravioleta (UV), embora esta teoria não tenha qualquer validação oficial.
Histórico de polémicas no ecrã
Esta situação junta-se a outras controvérsias que têm afetado a nova tecnologia de ecrã da fabricante. Aquando do lançamento, a marca promoveu o painel como tendo uma profundidade de cor nativa de 10 bits, recuando mais tarde para confirmar que o hardware funciona a 8 bits e apenas simula uma maior vivacidade de cores. Além disso, as alterações microscópicas aplicadas para garantir a privacidade do utilizador contra olhares alheios já tinham motivado devoluções devido a queixas de fadiga visual.
Para quem utiliza este modelo em Portugal, resta aguardar pelas conclusões da marca, especialmente numa altura em que se planeia disponibilizar esta tecnologia de ecrã a outros dispositivos e marcas concorrentes.












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