
A Xiaomi está a preparar a chegada da sua próxima geração de telemóveis e as características técnicas já começaram a circular. Um dispositivo com o número de modelo M154FF passou recentemente pela certificação 3C na China, documento que confirmou o suporte para tecnologia UWB (Ultra-Wideband) e carregamento rápido de 100 W. Segundo a informação avançada pelo leaker Digital Chat Station na rede social Weibo, este equipamento corresponde ao futuro Xiaomi 18 Pro.
Evolução no hardware e fotografia
As fugas de informação apontam para atualizações estruturais face à geração anterior. O smartphone será alimentado por um processador de 2 nm da série Snapdragon 8 Elite Gen 6 e suportará bandas N79 para a rede 5G. A autonomia ganha especial destaque, com a bateria a atingir uma capacidade de 7.000 mAh, capaz de recuperar energia através do carregamento com fios de 100 W ou através do suporte para carregamento sem fios integrado.
A componente fotográfica regista um salto assinalável através da inclusão de um sensor principal de 200 MP e de uma câmara macro telefoto com os mesmos 200 MP. Estes componentes visuais integram-se num ecrã plano e compacto, desenhado à medida com margens muito estreitas e cantos arredondados. O hardware complementa-se ainda com um motor háptico maior, para melhor resposta tátil, e um sistema de dois altifalantes calibrado para qualidade de áudio superior. A inclusão de UWB garantirá também uma deteção mais precisa de equipamentos próximos.
Estratégia de lançamento e impacto do preço
A janela temporal para a chegada da nova família de dispositivos já está definida. A estreia global da linha Pro acontece em setembro, ficando o modelo base agendado para o mês de dezembro. A variante Xiaomi 18 Ultra foi, no entanto, cancelada e não chegará a ver a luz do dia.
Como termo de comparação, o antecessor Xiaomi 17 Pro chegou ao mercado com um ecrã de 6,3 polegadas, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 e uma bateria de 6.300 mAh, com o preço a começar nos 4.999 CNY (cerca de 690 dólares, ou 639,25 €). Caso a marca mantenha este patamar de valores na China, os consumidores em Portugal devem contar com um preço final de retalho superior, refletindo o agravamento dos impostos e das taxas de importação na Europa.












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