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Ao segundo dia do seu julgamento, Barry Vincent Ardolf deu-se como culpado perante a acusação de fazer ameaças ao Presidente dos Estados Unidos da América e à sua equipa governamental. O cidadão de 45 anos natural do Minesota estaria convencido de que seria capaz de se defender desta e de outras acusações, mas rapidamente acabou por se convencer de que tal não seria possível.

O crime aconteceu em Maio de 2009 quando o hacker, depois de ter alegadamente criado várias contas de e-mail no serviço Yahoo.com através de uma rede sem fios de um vizinho seu e em nome deste – Matt Kostolnik –, usou um dos endereços de correio electrónico falso para se dirigir ao gabinete do Vice-Presidente norte-americano, ameaçando-o de morte por gastar dinheiro que não era seu. De acordo com Departamento de Justiça norte-americano, esta mensagem foi igualmente enviada para o Governador e o Senador do estado do Minesota também com a ameaça de morte, que no caso do primeiro iria concretizar-se no primeiro dia de Junho do mesmo ano. A mensagem estaria assinada com o nome do vizinho e da mulher deste com o objectivo de o incriminar, pensando o autor que desta forma conseguiria ilibar-se de qualquer tipo de envolvimento.

Todavia, tudo indica que o caso não se prende directamente com uma ameaça directa mas sim com uma situação de vingança face ao que se tinha passado em 2008, quando Matt e Bethany Kostolnik acusaram Barry Vincent Ardolf de ter pegado no seu filho de quatro anos e de o ter beijado. Terá bastado ao hacker usar um software de desbloquear passwords para entrar no router sem fios de Kostolnik.

Barry Vincent Ardolf terá ainda usado o nome e as contas criadas em novo do vizinho para enviar imagens de pornografia infantil para o patrão e colegas de Matt Kostolnik, que trabalha numa empresa de advocacia, e para criar uma página falsa no Myspace com uma imagem também ligada à pornografia infantil. Não satisfeito, o hacker terá ainda enviado um e-mail para a empresa onde Matt Kostolnik trabalha em nome de uma mulher a acusá-lo de violação, sendo que este caso se tornou bastante complicado por Barry Vincent Ardolf ter usado uma pessoa verdadeira.

A investigação feita logo após o envio da ameaça ao Vice-Presidente permitiu descobrir que o rasto da ligação WiFi tinha origem na casa do hacker, o que despoletou um mandato de busca. A perícia aos mais de doze computadores e unidades de armazenamento permitiram encontrar as provas incriminatórias.

A par da admissão de culpa na acusação de ameaçar o Presidente dos Estados Unidos da América e a sua equipa, Barry Vincent Ardolf confessou-se igualmente culpado por outras ilegalidades que recaem agora sobre si – roubo de identidade agravado (duas vezes), distribuição de pornografia infantil, posse de pornografia infantil e acesso não autorizado a computador protegido.
Fonte: PCGuia







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