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A acusação já tinha sido feita anteriormente pelo Irão, mas foi sempre afastada pelos Estados Unidos, que nunca admitiram a responsabilidade sobre o desenvolvimento do Stuxnet, o vírus que afectou sistemas informáticos daquele país árabe, ligados especialmente ao programa de desenvolvimento nuclear.

Agora especialistas militares vêm confirmar ao jornal The New York Times que o vírus foi concebido numa parceria entre o Iraque e os Estados Unidos e que pretendia sabotar os esforços de Teerão para o fabrico de armas nucleares.

O teste do vírus terá sido feito a partir do complexo de Dimona, no deserto de Negev, o centro do desenvolvimento do programa de armas nucleares de Israel.

O vírus terá levado ao encerramento de um quinto das instalações nucleares do Irão, diz a notícia, uma informação não confirmada pelas autoridades do país, que ainda assim já admitiram que o ciberataque sabotou o sistema de enriquecimento de urânio.

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) indicava que as centrifugadoras de Natanz - as instalações supostamente afectadas - estiveram paradas "pelo menos durante um dia" a 16 de Novembro, ainda que as autoridades iranianas tenham referido que essa paragem esteve relacionada com trabalhos de manutenção.

Várias entidades têm vindo a usar o exemplo do Stuxnet como uma mostra para o crescimento dos riscos de ciberataques a infra-estruturas críticas, nomeadamente a agência de cibersegurança europeia, ENISA.


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