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Facebook apagar

 

O Facebook possui um longo histórico de descredibilizar as listas de dados dos utilizadores que foram recolhidas da sua rede social, onde na maioria das vezes a culpa nunca é diretamente atribuída à rede social.

 

Isto foi agora confirmado pela própria empresa, num conjunto de documentos internos da rede social que foram indevidamente enviados para vários jornalistas, e que eram focados apenas para funcionários da empresa na Europa.

Os documentos citam as medidas que os funcionários e a rede social deve tomar para descredibilizar os relatórios de dados obtidos pelo uso de funcionalidades da rede social, e como se deveria agir em conformidade com os mesmos.

 

Estes documentos surgem no seguimento do leak de mais de 533 milhões de utilizadores da rede social, que tiveram os seus números de telefone publicamente expostos. Desta lista encontra-se até mesmo os números de telefone pessoais de Mark Zuckerberg, que terão sido recolhidos usando as próprias ferramentas da plataforma. No rescaldo deste caso, a rede social revelou que a falha explorada tinha sido corrigida em Agosto de 2019, e que a rede social não pode controlar diretamente todas as funcionalidades que fornece.

 

Conforme revela o portal DataNews, uma das entidades que recebeu incorretamente a documentação, a rede social detalha alguns dos planos face ao incidente, entre os quais se encontram o deixar os comentários sobre o incidente ao mínimo, até que a atenção mediática acalme. Outro ponto deste documento encontra-se no facto de tentar colocar o “scraping” como uma tarefa vulgar da Internet, e não algo como sendo um problema específico do Facebook.

 

A documentação refere ainda que a rede social espera que venham a acontecer mais situações de scraping no futuro, e que as equipas da plataforma devem estar preparadas para os mesmos.

 

De relembrar que o Facebook foi alvo de críticas após ignorar o risco que existe na revelação do leak de 533 milhões de utilizadores, apontando apenas que os dados dizem respeito a uma falha antiga que tinha sido corrigida em 2019.

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