
O navegador Orion, desenvolvido pela Kagi e reconhecido pelo seu foco na privacidade, está a fazer a sua estreia oficial para os utilizadores de Linux. Anteriormente exclusivo para os ecossistemas macOS e iOS, o lançamento desta primeira versão alpha cumpre a promessa feita há dez meses e marca uma expansão importante para este software que procura oferecer uma alternativa distinta no mercado.
Uma alternativa ao motor Chromium
Ao contrário da vasta maioria dos navegadores modernos que dependem da base Chromium, o Orion distingue-se por ser construído sobre o motor WebKit. Esta escolha arquitetónica permite evitar deliberadamente a integração de serviços da Google, posicionando o navegador como uma alternativa leve e com predefinições de privacidade robustas. É uma proposta desenhada para utilizadores que procuram um maior controlo sobre os seus dados de navegação e que desejam afastar-se das plataformas dominantes.
Funcionalidades e disponibilidade limitada
Sendo uma versão alpha inicial, este lançamento destina-se exclusivamente a testes e não é recomendado para uma utilização diária como navegador principal. O software já inclui funcionalidades essenciais de navegação, como a gestão de janelas, controlos de navegação, abas, favoritos, menus e gestão básica de sessões.
No entanto, várias características presentes nas versões para sistemas Apple ainda estão ausentes nesta fase. Conforme detalhado na página de suporte da Kagi, o suporte para extensões e a sincronização de perfis e dados ainda não foram implementados na versão Linux.
Relativamente à disponibilidade, o acesso a esta compilação está, para já, restrito aos subscritores do serviço Orion+, que receberão as instruções de download via email. O projeto prevê alargar o acesso a membros do fórum e subscritores da newsletter assim que o desenvolvimento avançar para a fase beta.










Nenhum comentário
Seja o primeiro!