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Tesla elétrico

A Alemanha decidiu reforçar a sua estratégia para a mobilidade elétrica com o lançamento de um novo programa de incentivos. Ao contrário da tendência verificada noutros mercados, Berlim está a alargar os apoios não apenas aos veículos elétricos convencionais e híbridos plug-in, mas também aos modelos de autonomia alargada e, de forma notável, a veículos fabricados na China.

Subsídios podem atingir os 6.600 euros por veículo

De acordo com as informações avançadas pelo Automotive News, os compradores de novos veículos eletrificados podem beneficiar de apoios que variam entre os 1.600 e os 6.600 euros (valores convertidos dos originais 1.700 a 7.000 dólares). O montante exato a atribuir depende de vários fatores, incluindo o tipo de motorização do carro e o nível de rendimentos do comprador.

Pela primeira vez, os veículos elétricos de autonomia alargada (EREV) — modelos onde as baterias alimentam as rodas mas são carregadas por um pequeno motor de combustão — passam a ser elegíveis. Também os híbridos plug-in que cumpram determinados requisitos, como uma autonomia totalmente elétrica de pelo menos 80 quilómetros, podem aceder a estes benefícios. Para garantir o apoio, tanto em regimes de compra como de leasing, o proprietário deve manter o veículo por um período mínimo de 36 meses.

Foco na livre concorrência e na democratização do preço

A decisão de não excluir os veículos fabricados na China é vista como um passo importante para marcas como a BYD e a Xiaomi, que têm planos de expansão para o continente europeu. O Ministro do Ambiente alemão, Carsten Schneider, defendeu esta abertura afirmando que a qualidade das marcas europeias e alemãs é suficiente para enfrentar a competição sem necessidade de restrições protecionistas.

O governo alemão espera que este programa, que conta com um orçamento aproximado de 3,3 mil milhões de euros, ajude a tornar os veículos elétricos mais acessíveis em todos os segmentos. Estima-se que os incentivos cubram cerca de 800.000 veículos até 2029, incluindo candidaturas retroativas para quem adquiriu automóveis após o dia 1 de janeiro deste ano. Com esta medida, Berlim envia uma mensagem clara de que a revitalização do setor automóvel passará pela oferta de mais opções e preços mais competitivos para os consumidores.




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