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A gigante tecnológica está prestes a enfrentar um julgamento no Novo México, acusada de não fazer o suficiente para proteger as crianças da exploração sexual nas suas plataformas. À medida que a data do tribunal se aproxima, a equipa jurídica da Meta está a trabalhar intensamente para limitar o tipo de informação que pode ser utilizada contra a empresa durante as audiências.

Segundo registos públicos analisados pela Wired, a empresa pretende bloquear a apresentação de pesquisas sobre o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, bem como histórias sobre suicídios de adolescentes ligados ao uso destas plataformas. A lista de exclusões solicitada é extensa e inclui qualquer menção às finanças da tecnológica, violações de privacidade passadas e até detalhes sobre os anos de faculdade do CEO Mark Zuckerberg.

As acusações e a estratégia de defesa

Estes esforços de contenção surgem no âmbito de um processo movido pelo procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, no final de 2023. O estado acusa a empresa de falhar na proteção de menores contra predadores online, tráfico humano e abuso sexual nas suas aplicações. A acusação alega que foi permitido que material explícito chegasse a menores e que não foram implementadas medidas de segurança infantil adequadas.

É uma prática comum que as empresas tentem manter o âmbito dos casos o mais restrito possível. No entanto, especialistas legais consideram que a tentativa desta empresa de excluir tanta informação é invulgarmente ampla. Entre os pedidos está a exclusão de menções aos seus chatbots de inteligência artificial (IA).

Tentativa de silenciar avisos de saúde pública

Além dos tópicos internos, a defesa solicitou ao tribunal que bloqueie qualquer menção a um aviso de saúde pública emitido pelo antigo cirurgião-geral dos EUA, Vivek Murthy, relativo aos efeitos das redes sociais na saúde mental dos jovens. A empresa também não quer que sejam apresentados inquéritos, incluindo os seus próprios levantamentos internos, sobre a quantidade de conteúdo inapropriado presente nas plataformas.

O argumento central da defesa é que toda esta informação é irrelevante para o caso específico ou que poderia influenciar injustamente o júri contra a empresa. Este processo é considerado o primeiro julgamento do seu género a nível estatal e está agendado para começar no dia 2 de fevereiro.




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