
A estratégia da Xiaomi para as suas sub-marcas parece estar prestes a sofrer uma mudança drástica de paradigma. Conhecida por oferecer especificações sólidas a preços competitivos, a Redmi (e consequentemente a POCO no mercado global) pode estar a preparar-se para atacar diretamente o segmento premium com hardware de fotografia que, até agora, estava reservado aos topos de gama mais dispendiosos.
O salto para a fotografia de elite
De acordo com as informações mais recentes partilhadas pelo leaker "Smart Pikachu" na rede social Weibo, a Redmi está a avaliar agressivamente a produção em massa de sensores de 200 MP para a sua próxima geração de dispositivos, especificamente para a futura série Redmi K100. O detalhe que mais salta à vista não é apenas a resolução, mas sim a inclusão provável de uma lente periscópica teleobjetiva.
Esta movimentação sinaliza que a fabricante chinesa pretende deixar para trás as raízes estritamente "económicas" e competir no campeonato dos grandes, onde o zoom ótico e a qualidade de imagem de longa distância são fatores decisivos. Se a Xiaomi confirmar esta aposta, a linha que separa os "flagship killers" dos verdadeiros topos de gama ficará ainda mais ténue.
A chegada global da gama POCO F9
Como é habitual no ecossistema da gigante tecnológica, os modelos lançados na China sob a chancela Redmi acabam muitas vezes por chegar aos mercados internacionais, incluindo Portugal, através da marca POCO. A fuga de informação sugere que a série K100 será composta por dois modelos principais: o Redmi K100 e o Redmi K100 Pro Max.
Para o mercado global, esta estrutura deverá traduzir-se numa renovação importante da nomenclatura e do posicionamento da POCO. Espera-se que o Redmi K100 chegue como POCO F9 Pro, enquanto o modelo mais robusto, o K100 Pro Max, deverá ser batizado de POCO F9 Ultra.
A confirmar-se, o POCO F9 Ultra seria o primeiro dispositivo da marca a ostentar a designação "Ultra" na série F, trazendo consigo o tal sensor de 200 MP com capacidades de zoom periscópico. Esta evolução representaria um marco histórico para a marca, oferecendo uma ferramenta de fotografia profissional num segmento de preço que habitualmente faz concessões nas câmaras secundárias, conforme avançado pela XiaomiTime.










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