
A Microsoft anunciou uma reestruturação de relevo no programa Windows Insider, alterando a forma como o canal Canary opera. A partir de agora, o espaço mais experimental do sistema operativo passa a contar com duas linhas de desenvolvimento distintas, trazendo de volta uma mecânica muito semelhante à antiga opção que permitia avançar versões.
Com esta separação, o canal Canary oferece um caminho focado no teste das compilações atuais e outro que permite aos utilizadores saltar etapas para experimentar recursos de ramificações futuras. A comunidade especula que esta segunda linha servirá de base para a próxima grande atualização do Windows.
O regresso do salto de versões no canal Canary
O principal objetivo desta divisão é iniciar os testes da próxima versão da plataforma, que aponta para a 27H2. O primeiro lançamento a estrear este novo ciclo é a compilação 29531, que apresenta uma numeração significativamente superior à das versões anteriores.
Os utilizadores inscritos no canal Canary não vão receber estas compilações de nova geração de forma automática. Para aceder a estas novidades, é necessário fazer a ativação manual através do Windows Update, acedendo à área de funcionalidades opcionais. Quem não ativar esta opção continuará a receber as compilações da versão 26H1. O processo assemelha-se bastante à antiga função Skip Ahead do Windows 10, embora a empresa evite utilizar essa nomenclatura nos dias de hoje.
Diferenças nas plataformas e o que esperar da versão 27H2
As atualizações de plataforma renovam as bases estruturais do sistema e não acompanham necessariamente todas as grandes atualizações anuais. A plataforma que se encontra atualmente em testes tem o nome de código Krypton, mas a versão final destinada à 27H2 deverá chamar-se Strontium, com a promessa de unificar o ecossistema. Outro aspeto a reter é que a versão 26H1 terá uma plataforma mais recente, mas será exclusiva para os computadores equipados com o processador Snapdragon X2.
É importante sublinhar que estas compilações experimentais trazem limitações e não se focam em apresentar funcionalidades visíveis para o utilizador. A estabilidade é reduzida, não sendo o software recomendado para utilização diária, pois destina-se a testes profundos na arquitetura base do sistema, tal como foi detalhado no blogue oficial do Windows Insider.












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