
As primeiras análises ao novo ecrã da Apple começaram a ser publicadas, revelando detalhes aprofundados sobre o desempenho do painel mini-LED e a fluidez da taxa de atualização de 120 Hz. No entanto, de acordo com o jornalista John Higgins no seu artigo para o The Verge, existe uma funcionalidade crítica para os profissionais que ainda se encontra ausente: o suporte para calibração total.
Falhas na calibração de fábrica
A marca tem promovido o seu monitor destacando a enorme variedade de modos de referência, que englobam desde os perfis nativos da empresa a modos da Adobe, incluindo até predefinições dedicadas a imagens médicas DICOM. Contudo, a calibração de fábrica não está isenta de problemas.
O brilho na extremidade inferior da escala de cinzentos revelou-se demasiado elevado. Na prática, isto significa que as sombras não atingem a profundidade esperada e algumas cores mais escuras parecem mais brilhantes do que o pretendido.
Atualização de software a caminho
Para contornar esta limitação inicial, está confirmada a chegada do suporte para calibração completa numa atualização de software posterior. De momento, os utilizadores estão limitados a ajustes finos focados apenas no ponto branco e na luminância.
A futura atualização promete alargar bastante este leque, permitindo a gestão profissional do ponto branco, das cores primárias, da luminância e do valor de gama. Embora um documento técnico já tenha sido partilhado com os pormenores sobre as opções de calibração e o sistema de cores, não existe um prazo definido para a chegada desta correção aos utilizadores.
O lançamento oficial do monitor está marcado para amanhã, dia 11 de março. O equipamento encontra-se em fase de pré-reserva pelo valor de 3299 dólares, o que, numa conversão direta, equivale a cerca de 3030 euros.












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