
Um novo processador da marca apareceu nas bases de dados do Geekbench, revelando os primeiros detalhes da arquitetura Zen 6 para portáteis. De acordo com as informações avançadas pelo Wccftech, o suposto Ryzen 9 da família Medusa Point apresenta 10 núcleos e um aumento significativo na capacidade de memória cache, prometendo um salto de performance para a próxima geração.
Especificações preliminares e foco no cache
O chip, identificado pelo código "100-000001713-31N", trata-se de uma amostra de engenharia utilizada para testes iniciais na plataforma Plum "FP10". O registo revela um componente com 10 núcleos, 20 linhas de execução e uma frequência base de 2,40 GHz, acompanhado por 32 GB de memória. Como se trata de um protótipo, a pontuação obtida no teste foi baixa — 1.210 pontos num único núcleo e 7.323 em múltiplos núcleos —, algo perfeitamente normal nesta fase de desenvolvimento.
O verdadeiro destaque vai para a configuração de memória. Este modelo conta com 10 MB de cache L2 e um bloco massivo de 32 MB de cache L3. Para colocar em perspetiva, o modelo Ryzen AI 9 465 da geração atual apresenta a mesma quantidade de L2, mas fica-se pelos 24 MB de L3. Este aumento de 33% tem o potencial de impulsionar o desempenho em tarefas pesadas e videojogos.

A aposta na inteligência artificial
Um documento de transporte divulgado pelo conhecido leaker @harukaze5719 corrobora os dados submetidos no Geekbench. O registo aponta para um consumo energético (TDP) de 28 W e uma configuração mista de núcleos: quatro Zen 6 tradicionais, quatro Zen 6c de alta densidade e dois Zen 6c de baixo consumo.
A linha Medusa Point representa a próxima etapa da AMD para portáteis, com uma forte aposta na inteligência artificial. Espera-se que estes chips incluam gráficas integradas RDNA 5 e RDNA 3.5, juntamente com uma NPU de última geração. O anúncio oficial é esperado para o final deste ano, com os primeiros equipamentos aguardados para a CES 2027.












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