
A Ubisoft oficializou o lançamento global de Tom Clancy’s The Division Resurgence para os sistemas operativos Android e iOS. A novidade transporta a habitual experiência de sobrevivência e recolha de equipamento das consolas diretamente para o ecrã dos telemóveis, assumindo-se como um RPG de ação na terceira pessoa totalmente gratuito, algo que também foi partilhado através do trailer oficial de lançamento.
A narrativa desenrola-se num mundo aberto construído à imagem da cidade de Nova Iorque, posicionando-se cronologicamente entre os acontecimentos do primeiro e do segundo capítulo da linha principal da saga.
Uma nova frente de batalha para a Divisão
Esta incursão pelo mercado móvel introduz uma campanha autónoma, na qual o utilizador assume o papel de um agente pertencente à primeira vaga da organização. A ação ocorre em pleno surto do veneno verde, sendo o objetivo central travar o avanço de fações inimigas e proteger os civis face ao total colapso da sociedade. Toda a exploração e combate podem ser enfrentados de forma individual ou com o apoio de uma equipa composta por um máximo de quatro jogadores.
De forma a melhorar a jogabilidade, a produtora incluiu suporte nativo para a ligação de comandos através de Bluetooth. Isto garante que quem procura maior precisão pode emparelhar acessórios físicos dedicados ou até mesmo o comando DualSense da PlayStation.
Especializações e atividades no fim de jogo
A evolução da personagem dita as capacidades em combate, existindo cinco classes distintas desde o primeiro momento: Demolitionist, Bulwark, Field Medic, Tech Operator e Vanguard. Cada uma destas opções está equipada com habilidades táticas únicas e ataques especiais que podem alterar o rumo de qualquer confronto mais intenso.
O sistema destaca-se ainda pela sua flexibilidade, permitindo que a função da personagem seja alterada consoante a necessidade imediata da equipa ou a estratégia adotada, promovendo uma rotação constante de armas e de configurações defensivas.
O perigo iminente da Dark Zone
Para lá das missões de história, a aplicação apresenta uma forte aposta no conteúdo de fim de jogo. O maior destaque recai sobre a Dark Zone, uma zona de quarentena de alto risco que mistura os elementos de combate contra a inteligência artificial (PvE) com os confrontos diretos entre humanos (PvP). O sistema baseia-se numa mecânica de extração rigorosa, o que significa que todos os itens valiosos recolhidos durante a incursão são perdidos caso o agente acabe por ser eliminado.
Em paralelo, a oferta integra também desafios de dificuldade lendária e modos tradicionalmente competitivos, como o "Conflict". Assim, a comunidade terá pela frente um fluxo contínuo de atividades para progredir no nível de jogador e recolher recompensas exclusivas numa versão devastada de Nova Iorque.












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