
A gigante tecnológica chinesa prepara-se para lançar uma nova onda de telemóveis de entrada de gama, prometendo desempenho avançado a preços altamente acessíveis. De acordo com informações avançadas pelo Ximitime, recentes fugas de informação nas bases de dados IMEI e Mi Code revelam dois novos dispositivos em desenvolvimento que devem chegar às lojas nos próximos meses.
O poder do 5G no modelo mist
O primeiro equipamento, conhecido internamente pelo nome de código mist (modelo P19), vem equipado com o processador Snapdragon 4 Gen 4 5G da Qualcomm. Isto representa um salto significativo na eficiência e velocidade para a gama mais económica da Xiaomi. Os dados atuais apontam para lançamentos na China sob o nome Redmi Note 17R e na Índia como Redmi 17 5G, podendo ainda adotar a designação POCO M8 Plus 5G.
A disponibilidade global desta versão 5G continua por confirmar de forma oficial, embora os rumores apontem para o desenvolvimento de uma possível variante global focada nestas especificações.

Alternativa 4G para o mercado global
Para as regiões onde as redes 4G ainda dominam as preferências dos consumidores, a fabricante preparou um segundo dispositivo com o nome de código zephyr (modelo P19A). Este telemóvel será alimentado pelo processador Snapdragon 6s 4G Gen 2 e tudo indica que a sua disponibilização será exclusiva para o mercado global. É esperado que o equipamento chegue às montras sob as nomenclaturas Redmi 17 4G e POCO M9 4G.
Preços agressivos para a nova estação
A estratégia da marca é clara no que toca a recuperar o domínio da gama de entrada durante a época de verão. O objetivo delineado passa por colocar estes novos equipamentos numa faixa de preços extremamente competitiva, situada aproximadamente entre os 90 e os 140 euros.
Esta abordagem ambiciosa permite entregar a mais recente tecnologia de processamento da Qualcomm sem exigir um esforço financeiro elevado, colocando uma enorme pressão sobre as marcas rivais que preparam lançamentos semelhantes para a mesma janela temporal. Detalhes específicos sobre a capacidade das baterias, velocidades de carregamento ou tecnologia dos ecrãs continuam em segredo.












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