
Segundo o blogue oficial do GitHub, a plataforma vai transitar todos os planos para uma faturação baseada no uso a partir de 1 de junho de 2026. Esta alteração substitui as atuais unidades de pedidos premium por um novo sistema de créditos de inteligência artificial, em que cada plano oferece um limite mensal e permite a compra de saldo adicional conforme a necessidade.
Como funciona o novo cálculo de consumo
O novo mecanismo calcula a utilização com base nos tokens consumidos, abrangendo os dados de entrada, saída e em cache. O custo será ajustado consoante as taxas estabelecidas para cada modelo do Copilot. Apesar desta transição procurar alinhar as despesas com a utilização real, a empresa assegura que os preços base não vão sofrer alterações devido a esta mudança.
Exceções e monitorização da conta
Para ajudar na adaptação, o serviço vai lançar uma experiência de pré-visualização da fatura no início de maio, oferecendo aos administradores e utilizadores uma perspetiva antecipada dos seus consumos e custos projetados. Após a implementação da medida, as sugestões de código e as conclusões automáticas vão continuar disponíveis em todos os planos sem gastar créditos. No entanto, a revisão de código passará a exigir tanto minutos do GitHub Actions como créditos da plataforma.
A transição é justificada pelo facto de o modelo anterior ser insustentável, falhando em capturar o verdadeiro custo computacional dos diferentes padrões de utilização. A expectativa é que a faturação por uso preserve a fiabilidade do serviço, reduzindo em simultâneo a necessidade de impor restrições aos utilizadores com maior volume de atividade.












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