
O Microsoft Teams é uma das principais ferramentas de comunicação para ambientes de trabalho e escolas. Com a constante adição de funcionalidades, a interface tornou-se confusa e propensa a cliques acidentais. Para resolver este problema, a plataforma prepara uma reformulação profunda, segundo a informação partilhada pela Microsoft no seu centro de administração para profissionais de tecnologias de informação.
Uma barra de ferramentas mais limpa e personalizável
A nova atualização vai centrar os controlos das chamadas na parte inferior do ecrã. O botão para sair da reunião será movido para o canto extremo direito, garantindo que a saída acontece apenas de forma intencional. As opções essenciais de microfone, câmara e partilha ficarão agrupadas num local central. Por outro lado, funcionalidades secundárias como a gravação, legendas e votações passarão a estar arrumadas num menu expansível. Os utilizadores terão também a liberdade de personalizar esta barra, arrastando e afixando os dois itens que usam com mais frequência.

Novo painel de partilha com dupla confirmação
O menu de partilha de ecrã recebe igualmente alterações visuais e funcionais profundas. Do lado direito, passarás a ver pré-visualizações em tempo real dos teus ecrãs e janelas. Do lado esquerdo, um novo sistema de separadores vai organizar o conteúdo de forma mais limpa e estruturada. Para evitar partilhas acidentais que possam expor informações privadas, o processo passará a exigir uma dupla confirmação antes de a transmissão iniciar para os restantes participantes.

Datas de lançamento e limitações iniciais
O lançamento desta reformulação arranca no início de julho de 2026 para os utilizadores no programa de testes, com a chegada global prevista para o início de agosto de 2026. Durante a fase inicial, os clientes terão a possibilidade de alternar temporariamente para a visualização antiga. No entanto, essa opção será removida numa versão futura, tornando o novo formato o padrão obrigatório da plataforma.
De notar que a personalização da barra de tarefas ficará, inicialmente, guardada apenas no dispositivo local onde foi configurada, estando a sincronização planeada para mais tarde. Estas novidades destinam-se exclusivamente às aplicações para Windows, Mac e versão web, deixando de fora as edições destinadas ao mercado de consumo, plataformas móveis e sistemas de código aberto nesta primeira fase.












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