
O Google começou a disponibilizar as novas ferramentas de gestão de inteligência artificial na Google Search Console para sites fora do Reino Unido. A novidade, que tinha sido lançada originalmente há cerca de um mês de forma exclusiva para domínios baseados em .co.uk, passa agora a estar acessível para administradores de plataformas digitais localizadas nos Estados Unidos e noutros mercados internacionais.
A expansão global foi inicialmente detetada através de relatos partilhados na rede social LinkedIn, onde vários profissionais da área de otimização para motores de busca (SEO) confirmaram ter ganho acesso à funcionalidade nos seus painéis de controlo. O encarregado de avançar os detalhes foi o portal SERoundtable, que validou a presença do recurso em propriedades digitais que não possuem qualquer ligação geográfica com o território britânico.
Gestão de conteúdos perante a inteligência artificial
As novas definições encontram-se situadas dentro do menu de configurações da Google Search Console. Através desta área, os proprietários de sites ganham maior controlo sobre a forma como os sistemas automatizados e os modelos de linguagem da Google interagem com os seus conteúdos originais na internet.
Vários especialistas norte-americanos confirmaram que a opção surgiu de forma repentina nas suas contas, embora a distribuição esteja a acontecer de forma faseada. Isto significa que, neste momento, nem todas as propriedades registadas na plataforma têm o menu ativo, prevendo-se uma expansão contínua ao longo dos próximos dias.
Relatórios de desempenho da IA chegam a mais países
A par dos novos controlos de rastreio, a empresa tecnológica expandiu também o acesso aos relatórios de desempenho focados em inteligência artificial. Esta ferramenta analítica permite aos editores compreender de que forma as respostas geradas por IA utilizam a informação dos seus artigos para responder às dúvidas dos utilizadores.
Para quem faz a gestão de plataformas digitais em Portugal, esta atualização reveste-se de grande importância prática. Embora os controlos tenham começado pelos mercados anglófonos, o alargamento do ecossistema a outros países indica que os donos de sites nacionais devem monitorizar a Search Console com regularidade para aceder a estas métricas de tráfego avançadas assim que ficarem disponíveis no mercado local.












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