
A partir de 7 de julho de 2026, todos os automóveis ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros matriculados pela primeira vez na União Europeia passam a integrar obrigatoriamente um sinal de travagem de emergência. A medida regulamentar tem o objetivo direto de reduzir as colisões traseiras e mitigar o número de acidentes de trânsito em território europeu.
De acordo com as explicações apresentadas pelo Automóvel Clube de Portugal, esta nova exigência de segurança procura alertar os condutores com maior rapidez e eficácia sempre que o veículo da frente reduza a velocidade de forma abrupta.
Como funciona o Emergency Stop Signal
O dispositivo, designado oficialmente por Emergency Stop Signal (ESS), atua na iluminação traseira dos automóveis quando ocorre uma desaceleração violenta. Em condições normais de paragem, as luzes de travagem mantêm-se acesas de forma contínua. Contudo, nas situações de redução extrema de velocidade, o sistema faz com que as luzes traseiras passem a piscar intensamente. Este aviso visual imediato adverte quem circula logo atrás sobre a alteração repentina na circulação.
Isenção para veículos antigos
O ACP ressalva que os automóveis matriculados antes de 7 de julho de 2026 não estão sujeitos a qualquer obrigação de adaptação posterior para incorporar este equipamento de fábrica. Isto significa que os proprietários de viaturas anteriores a esta data em Portugal podem continuar a circular normalmente sem necessidade de efetuar modificações nos componentes de iluminação originais.












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