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O Departamento de Justiça dos EUA revelou ter encerrado um dos maiores portais na Dark Web utilizado para a partilha de conteúdo pornográfico de menores, e que estava a aceitar pagamentos por este género de conteúdos a partir de redes de Bitcoin.

 

As autoridades revelaram que, além de terem conseguido bloquear o acesso ao site que partilhava os conteúdos, foi também detido um dos responsáveis pelo mesmo. Jong Woo Son, um jovem de 23 anos residente na Coreia do Sul, foi detido por gerir o site, juntamente com 337 suspeitos de utilizarem o portal para adquirir conteúdo pornográfico de menores de idade.

 

O portal em questão, apelidado de “Welcome to Vídeo”, estava em operações desde Junho de 2015, contendo mais de 250.000 vídeos de conteúdo sexual abusivo contra menores. No total, os servidores do portal continham mais de 8TB de vídeos e outros conteúdos.

Da operação foram ainda resgatados mais de 23 crianças nos EUA, Espanha e Reino Unido, as quais estariam a ser utilizadas para abusos e posterior publicações dos atos no portal da Dark Web.

 

O servidor onde se encontravam todos os conteúdos e o próprio website, curiosamente, encontrava-se na própria casa do suspeito agora detido. Este mantinha um computador numa secção adjacente ao seu quarto, o qual tinha ligação para a Dark Web e mantinha o portal em funcionamento. Além disso, o próprio website estava a revelar publicamente o IP de origem dos conteúdos a partir do código fonte – acessível com a simples visualização do código da página – apesar de estar a funcionar na dark web.

 

detalhes da acusação

 

A obtenção dos conteúdos revelou ainda milhares de carteiras de Bitcoin que tinham sido utilizadas para fazer pagamentos aos administrador do site, com o objetivo de fornecer acesso a conteúdo exclusivo dentro do mesmo ou a mais material sexual explicito dos menores.

 

Foram também referenciados mais de 337 utilizadores do site, que obtinham acesso aos conteúdos através da publicação de novos vídeos no site, obtenção de amigos que se registassem no portal ou através de pagamentos mensais. Pelo menos três dos suspeitos que utilizaram o site para partilha de conteúdos abusivo terão cometido suicídio pouco tempo depois de o portal ter sido fechado pelas autoridades. A maioria destes utilizadores encontra-se localizado nos EUA, Brasil, Reino Unido, Espanha, Republica Checa e Austrália.







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