
A Xiaomi continua incansável na sua missão de dominar todos os segmentos do mercado móvel e, desta vez, as novidades apontam para a gama de entrada. O futuro Redmi A7 Pro acaba de passar por processos de homologação importantes, sugerindo que o lançamento está para breve e que trará argumentos de peso, literalmente, para quem procura um telemóvel acessível com bateria para dar e vender.
As certificações surgiram nas bases de dados da TDRA e NBTC, confirmando os números de modelo 25128RN17Y e 25128RN17A. Estes registos indicam que o dispositivo será focado nas redes 4G, deixando o 5G para gamas superiores, uma decisão lógica para manter o preço competitivo. Além disso, o equipamento mantém a tradição da marca ao incluir um emissor de infravermelhos, permitindo controlar televisões e outros eletrodomésticos, juntamente com Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.4.
Um gigante disfarçado com ecrã de 6,9 polegadas
Um dos detalhes que mais salta à vista nas especificações reveladas é o tamanho do painel. Estamos a falar de um ecrã IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+. Se a tendência de telemóveis compactos parece estar a desaparecer, a Redmi confirma essa direção ao apostar num display generoso, que contará ainda com uma taxa de atualização de 90 Hz e um orifício para a câmara frontal, abandonando o "notch" em gota mais antigo.
Curiosamente, a estratégia da fabricante chinesa passa, mais uma vez, pela mudança de nomes consoante o mercado. Tudo indica que este Redmi A7 Pro será a base para a versão global do POCO C81. Ou seja, é muito provável que vejamos exatamente o mesmo hardware a chegar às prateleiras sob a marca POCO em várias regiões, mantendo as mesmas características robustas.
Autonomia para dar e vender
O verdadeiro trunfo deste modelo encontra-se na sua alimentação. O dispositivo deverá chegar equipado com uma bateria de 6.000 mAh, uma capacidade acima da média que promete uma autonomia invejável, especialmente considerando o processador escolhido. O "motor" será um Unisoc T7250, um chip focado na eficiência e tarefas básicas, que, aliado a esta bateria, poderá garantir dois dias de uso sem grandes dificuldades. O carregamento, no entanto, fica-se pelos 15W, o que exigirá alguma paciência na hora de o ligar à tomada.
No departamento das câmaras, espera-se um sensor principal de 50 MP na traseira, capaz de captar imagens com boa resolução para o segmento. O sistema operativo será o mais recente Android 15, a correr sob a interface HyperOS 3, garantindo que o utilizador tem acesso às funcionalidades de software mais atuais logo ao tirar o telemóvel da caixa. As configurações de memória variam entre 4 GB ou 6 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno.
Ainda não existe uma data oficial para a chegada às lojas, mas a passagem pelas entidades reguladoras é habitualmente o último passo antes do anúncio oficial, conforme detalhado pela Gizmochina.










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