
A gigante chinesa não dá sinais de abrandamento e, com o ano de 2026 no horizonte, a estratégia da Xiaomi parece passar por uma renovação profunda no seu ecossistema de dispositivos móveis. Novas fugas de informação sugerem que a marca está a preparar um conjunto de equipamentos focados na autonomia extrema e na integração total com o sistema HyperOS.
De acordo com os dados partilhados pelo conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante está a trabalhar ativamente num novo relógio inteligente, numa nova geração da sua popular smartband e num tablet compacto que promete redefinir os padrões de bateria para o segmento.
Um smartwatch que quer esquecer o carregador
O primeiro dispositivo a captar as atenções é um novo smartwatch, identificado pelo número de modelo M2517W1. Ao que tudo indica, este não será um relógio convencional que obriga a carregamentos diários. A estratégia da marca parece passar por um dispositivo "semi-inteligente", focado no desporto e numa construção leve, mas com uma autonomia muito superior à média.

A grande novidade reside na inclusão de uma bateria de 815 mAh, um valor considerável para um dispositivo de pulso. Além disso, o equipamento deverá contar com suporte para eSIM através de um chip eUICC independente, permitindo aos utilizadores deixarem o telemóvel em casa durante as corridas e manterem-se contactáveis através do ecossistema Xiaomi HyperConnect.
A evolução da smartband e materiais premium
A par do relógio, a marca também já estará a testar a próxima geração da sua pulseira de fitness, referida como a Xiaomi Band 11. As informações apontam para uma subida de nível na qualidade de construção, com testes a serem realizados em variantes com acabamentos em cerâmica branca e vidro.
Esta aposta em materiais mais nobres sugere que a empresa quer manter a leveza e o perfil desportivo da linha, mas oferecendo um toque mais premium aos utilizadores que procuram um acessório que sirva tanto para o ginásio como para o uso casual.
Redmi K Pad 2: O pequeno gigante da autonomia
Talvez a revelação mais impressionante esteja relacionada com o mercado dos tablets compactos. O sucessor do aclamado Xiaomi Pad Mini (conhecido na China como Redmi K Pad) está em desenvolvimento e as especificações da bateria são surpreendentes.
O futuro modelo, provisoriamente chamado de Redmi K Pad 2, deverá manter o formato compacto de 8,8 polegadas, mas integrar uma bateria massiva de 9.000 mAh. Se confirmado, este seria um salto significativo face aos 7.500 mAh da geração anterior, prometendo uma duração de bateria capaz de envergonhar muitos tablets de maiores dimensões.
Para mover este equipamento, espera-se que a marca opte por processadores de topo, como o Snapdragon 8 Elite ou o equivalente mais potente da MediaTek, garantindo que o desempenho acompanha a autonomia. Embora estas informações digam respeito, para já, ao mercado chinês, a tendência histórica sugere que estes dispositivos acabarão por chegar ao mercado global, possivelmente sob a chancela da série Xiaomi Pad.










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