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Mercedes frontal desportivo

Nas últimas horas, surgiram informações a dar conta de que a marca alemã estaria a transferir o desenvolvimento da sua nova plataforma de veículos elétricos para a China. No entanto, segundo o portal CnEVPost, a fabricante já veio a público esclarecer que a suposta cooperação com a Geely é fabricada e falsa.

O projeto Phoenix e a busca por custos reduzidos

Os rumores originais, avançados pela imprensa asiática, indicavam que a Mercedes estaria a criar uma plataforma de entrada batizada de Phoenix. Esta arquitetura iria basear-se na tecnologia GEEA 4.0 da parceira chinesa Geely. A ser verdade, seria a primeira vez em 130 anos de história que a fabricante de luxo entregava o desenvolvimento independente de uma plataforma a uma equipa fora da sua sede na Alemanha, transformando o centro de investigação e desenvolvimento na China no quartel-general global para veículos compactos.

O objetivo principal desta alegada união seria uma redução agressiva de custos. Avaliações internas terão apontado que a arquitetura da Geely oferece vantagens significativas no controlo de despesas, um fator crítico para melhorar as margens de lucro. A meta apontada pelos rumores seria a produção em massa até 2030, direcionada essencialmente para modelos como o Classe A, Classe B e CLA.

Desafios no mercado chinês

Apesar do desmentido oficial da empresa em relação a esta parceria técnica profunda, a especulação ganha força devido ao momento delicado que a marca atravessa no mercado asiático. As vendas têm estado sob forte pressão por parte de fabricantes locais premium, como a Nio e a Aito, e o lançamento da versão totalmente elétrica do CLA registou uma procura abaixo das expectativas.

No ano passado, a fabricante alemã registou uma queda de 19% nas vendas em território chinês, fixando-se nas 550 mil unidades. Para 2026, os dados preliminares da cadeia de abastecimento apontam para uma produção local inferior a 500 mil unidades, um retrocesso aos níveis registados há uma década.

Este cenário de adaptação reflete uma tendência mais ampla na indústria automóvel global, onde outras fabricantes tradicionais, como a Volkswagen e a Stellantis, estão a fechar parcerias estratégicas com marcas chinesas para aproveitar o avanço tecnológico e a maturidade da cadeia de abastecimento de veículos elétricos do país.

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