
Apenas um mês após a chegada dos novos equipamentos às montras dos Estados Unidos, a fabricante sul-coreana decidiu aplicar um aumento drástico nos valores cobrados pelos seus portáteis de gama alta. De acordo com os dados partilhados pelo SamMobile, os modelos Galaxy Book 6 Ultra e Galaxy Book 6 Pro sofreram um agravamento de preço considerável, uma medida que apanhou os consumidores de surpresa.
Um salto inesperado nos computadores de topo
O panorama norte-americano assistiu a uma mudança abrupta nos valores pedidos pelos novos portáteis. O Galaxy Book 6 Ultra, que chegou às prateleiras com um valor inicial a rondar os 2270 euros (2449 dólares), começa agora nos 2685 euros (2899 dólares). Trata-se de uma subida de cerca de 417 euros (450 dólares) num espaço de tempo extremamente curto.
A versão Pro também não escapou a esta tendência de agravamento. Lançado inicialmente por cerca de 1480 euros (1599 dólares), o equipamento custa agora aproximadamente 1667 euros (1799 dólares), representando um aumento de quase 185 euros (200 dólares). Estas alterações aplicam-se a toda a linha, com o modelo de desempenho máximo do Ultra a atingir os 3335 euros (3599 dólares) e o Pro mais equipado a fixar-se nos 2270 euros (2449 dólares).
O impacto da escassez e os smartphones dobráveis
A justificação para esta alteração radical prende-se com a contínua crise que afeta o fornecimento e eleva o preço das peças essenciais para a montagem dos dispositivos. A empresa viu-se sem margem de manobra para absorver os custos de produção, sendo forçada a refletir essa diferença diretamente no bolso dos compradores finais.
Esta situação não penaliza apenas a divisão de portáteis. A tecnológica aplicou igualmente uma subida nos preços das variantes de 512 GB e 1 TB do Galaxy Z Fold 7 no mercado dos Estados Unidos. Estes telemóveis dobráveis tornaram-se cerca de 74 euros (80 dólares) mais caros, pelos exatos mesmos motivos. O atual nível de custos dos componentes indica que estes ajustes de valor se tornaram inevitáveis para a marca conseguir manter o ritmo de produção pretendido.












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