
A fabricante ONEXPLAYER acaba de levantar o véu sobre a sua próxima grande aposta no mundo do gaming em movimento. Batizada de ONEXPLAYER X2 Mini, esta máquina promete não olhar a meios para atingir o topo do desempenho, combinando um painel OLED vibrante com aquele que é, possivelmente, um dos chips mais poderosos já vistos neste formato.
Segundo os detalhes partilhados pelo VideoCardz, o grande entrave deste equipamento de luxo será o seu preço proibitivo, o que poderá afastar alguns entusiastas. Até ao momento, a marca ainda não revelou datas oficiais de lançamento nem os valores exatos com que o dispositivo chegará ao mercado.
Design transformável e ecrã de alta fluidez
Seguindo a filosofia das gerações anteriores X1, a nova aposta não é apenas uma consola tradicional. Trata-se de um autêntico camaleão tecnológico. Graças aos seus comandos destacáveis e à possibilidade de acoplar um pequeno teclado acessório, o equipamento transforma-se rapidamente num computador portátil ou num tablet, correndo o sistema operativo Windows 11. Em termos de formato, o seu principal alvo a abater é a Lenovo Legion Go 2.
Para garantir que nenhum detalhe escapa durante as sessões de jogo, a máquina vem artilhada com um ecrã OLED de 8,8 polegadas. A taxa de atualização fixa-se nos 144 Hz com suporte para VRR, garantindo uma sincronização de imagens perfeita. É provável que as restantes especificações do ecrã acompanhem as tendências, apontando para uma resolução de 1920 x 1200 píxeis num rácio de 16:10 e um brilho máximo de 500 nits em conteúdos normais.
Um motor gráfico que desafia os limites
Onde este dispositivo realmente se destaca é debaixo do capô. A marca optou por integrar a impressionante APU Ryzen AI Max+ 395 da AMD. Este processador da família Strix Halo conta com uns impressionantes 16 núcleos da arquitetura Zen 5 e 32 threads. No departamento gráfico, a placa integrada Radeon 8060S com arquitetura RDNA 3.5 promete rivalizar diretamente com soluções dedicadas para computadores, como a placa gráfica RTX 4060.
O processador tem a capacidade de suportar até 128 GB de memória RAM, mas a lógica sugere que as versões comerciais ofereçam opções entre os 16 GB e os 32 GB do tipo LPDDR5X a 8000 MT/s, procurando criar algum equilíbrio nos custos de fabrico.
Para alimentar este conjunto brutal que pode atingir consumos entre os 45W e os 120W, a solução de engenharia adotada foi bastante invulgar: a bateria de 85 Wh encontra-se num formato externo. Esta decisão liberta todo o espaço interior do chassis para o sistema de arrefecimento, garantindo que o calor gerado pelo processador extremo é dissipado da forma mais eficiente possível.












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