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bandeiras do Reino Unido

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, convocou os representantes das principais plataformas para uma reunião com o objetivo de exigir maior responsabilidade na proteção de crianças no ambiente digital. Segundo o comunicado oficial partilhado na página do Governo do Reino Unido, o encontro visa garantir que as empresas tecnológicas deixem de ignorar os riscos que os utilizadores mais novos enfrentam.

O executivo britânico reuniu líderes de topo de empresas como a Meta, Snap, Google, YouTube, TikTok e X. A intenção é pressionar estas entidades a demonstrar progressos reais na segurança infantil. Esta ação surge numa altura em que o país reforça a legislação nesta área, com ferramentas como a nova lei de segurança online e a verificação de idade obrigatória em sites para adultos, garantindo assim um crescimento seguro e apoiado para as crianças.

O limite da paciência governamental

Embora as empresas já tenham implementado algumas funcionalidades de proteção, como a desativação da reprodução automática por defeito para os mais novos, controlos parentais de tempo de ecrã e limites de horário, o governo considera que estas medidas ainda são insuficientes. Durante a reunião, o primeiro-ministro e a Secretaria da Tecnologia vão apresentar os valores e princípios defendidos para a proteção infantil, exigindo respostas concretas sobre as ações em curso e soluções para as preocupações já manifestadas pelos pais.

Medidas em estudo e o impacto nos mais novos

Keir Starmer garantiu que o governo tomará todas as medidas necessárias para manter as crianças seguras online, sublinhando que as empresas têm de assumir a sua quota de responsabilidade. O responsável sublinhou que as consequências da inação são graves e que existe uma dívida para com os pais e as gerações futuras.

Todo este cenário decorre em paralelo com a consulta pública sobre o crescimento no mundo online, que já recolheu mais de 45 mil respostas referentes a propostas desenhadas para proteger o bem-estar infantil. Esta consulta, que termina a 26 de maio, avalia pontos cruciais como a introdução de uma idade mínima para acesso às plataformas, o bloqueio de mecânicas de design aditivas e a aplicação de proteções mais robustas nos chatbots de inteligência artificial direcionados aos jovens.

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