
Um novo estudo ao mercado do streaming revela que o Disney+ conquistou o primeiro lugar no que toca à qualidade geral do serviço oferecido. A análise conduzida pela empresa MoffetNathanson avaliou o nível de envolvimento dos subscritores e trouxe algumas surpresas para o setor, com o serviço de vídeo da empresa da maçã a conseguir ultrapassar a gigante que outrora dominava este mercado de forma isolada.
Os critérios que definem os melhores serviços
Para chegar a esta hierarquia, a equipa de investigação não olhou apenas para o número bruto de utilizadores ativos. O relatório estabeleceu parâmetros rigorosos que procuram medir a verdadeira interação e dedicação do público para com a plataforma. Foram ponderados fatores como o período do dia em que os consumidores assistem aos conteúdos, a procura constante por produções específicas e o peso das sagas disponíveis no catálogo.
Além disso, a inclusão de transmissões de eventos em direto e o reconhecimento da crítica, através de prémios atribuídos aos filmes e séries, tiveram um peso substancial. Com base nestes dados, o Disney+ assumiu a liderança incontestável, muito devido à diversidade profunda e popularidade das suas propriedades intelectuais.
A vitória da qualidade sobre a quantidade
A classificação geral coloca a HBO Max na segunda posição, mas é o terceiro lugar que representa o maior abalo na indústria. A Apple TV conseguiu uma vitória simbólica ao posicionar-se à frente da popular Netflix, que acabou por escorregar para a quarta posição. A tabela encerra com a Amazon Prime Video, a Peacock e a Paramount+.
Embora a biblioteca da plataforma gerida por Tim Cook seja significativamente mais reduzida em volume quando comparada à concorrência, a aposta consistente em produções originais muito aclamadas pela crítica fez toda a diferença neste índice. O rácio entre o que é lançado no catálogo e o que efetivamente ganha prémios ou elogios especializados dá uma vantagem clara à proposta de Cupertino, provando que inundar um serviço com centenas de estreias mensais pode já não ser a melhor estratégia para fidelizar e cativar a audiência atual.












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