
A OpenAI começou a disponibilizar o novo Modo de Bloqueio para todas as contas pessoais do ChatGPT, abrangendo os planos Gratuito, Go, Plus e Pro, além das contas empresariais de auto-serviço. Esta funcionalidade, inicialmente anunciada em fevereiro para um grupo restrito de utilizadores com elevadas necessidades de proteção, visa oferecer uma camada de segurança reforçada contra potenciais ataques cibernéticos, segundo as informações partilhadas na página de suporte oficial.
Funcionalidades limitadas para mitigar riscos
Quando o Modo de Bloqueio está ativo, a plataforma restringe ou desativa diversas ferramentas que dependem de ligações externas ou de serviços da internet. A navegação na web em tempo real passa a funcionar apenas com conteúdos guardados em cache, o que pode limitar ou desatualizar os resultados das pesquisas. O suporte para imagens também sofre alterações, impedindo a exibição de ilustrações nas respostas normais ou a sua recolha a partir da rede, embora o envio de ficheiros por parte do utilizador e a geração de imagens continuem operacionais.
Adicionalmente, recursos avançados como o Deep Research e o Agent Mode são desativados por completo. No ambiente do Canvas, os utilizadores deixam de poder aprovar o acesso à rede para códigos gerados pela ferramenta. Os downloads de ficheiros destinados à análise de dados ficam igualmente bloqueados, preservando-se apenas a capacidade de processar documentos carregados manualmente. A criadora do chatbot realça que a novidade foi desenhada para diminuir as vias de extração de dados sensíveis para o exterior, embora não impeça totalmente a ocorrência de injeções de comandos através de ficheiros maliciosos ou páginas em cache.
Monitorização de sessões ativas disponível para todos
Em paralelo com este reforço, a empresa lançou o recurso de sessões ativas para todas as tipologias de contas no ecossistema da OpenAI. Esta ferramenta permite verificar detalhadamente os dispositivos onde a conta iniciou sessão, disponibilizando informações sobre o navegador utilizado, a localização aproximada, o contexto da aplicação e a data e hora do acesso.
Os utilizadores ganham assim a possibilidade de rever as ligações e encerrar sessões remotamente caso detetem alguma atividade suspeita. Esta opção de monitorização não estará acessível para contas associadas a sistemas de autenticação única empresarial, como SAML ou OIDC.












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