
O evento oficial de apresentação dos próximos equipamentos da fabricante sul-coreana está marcado para o final deste mês, mas os detalhes financeiros já chegaram à internet. De acordo com informações avançadas pelo portal SammyGuru, os consumidores na Europa terão de suportar um aumento generalizado nos novos dobráveis e relógios inteligentes da empresa. O impacto desta subida nos preçários reflete os custos de produção no atual cenário do mercado dos semicondutores.
Valores esperados para a nova geração de dobráveis
A linha de smartphones premium da Samsung prepara-se para uma revisão em alta. O modelo base Z Fold 8, que adota agora um formato mais quadrado para melhorar a ergonomia, começará nos 1999 euros para a variante de 256 GB, atingindo os 2599 euros na versão com 1 TB de armazenamento.
Para quem procura a experiência máxima, a variante Ultra apresenta o maior salto financeiro da família Galaxy. O custo base desta unidade situa-se nos 2199 euros, o que representa uma diferença de 100 euros face ao alinhamento anterior, enquanto o modelo superior de 1 TB exigirá um investimento de 2799 euros, correspondendo a um agravamento de 280 euros.
O popular Z Flip 8 mantém a sua posição de porta de entrada no mundo dos ecrãs flexíveis, registando um aumento de 100 euros que fixa o preço inicial nos 1299 euros. Em Portugal, é habitual que estes valores de referência europeus sofram um ligeiro ajustamento para cima devido à carga fiscal em vigor, pelo que o custo nas lojas nacionais poderá ser marginalmente superior.
Componentes internos e o mercado de relógios
Para acompanhar o hardware, a interface One UI 9 baseada em Android 17 virá instalada de origem. O desempenho fica assegurado pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy em toda a gama dobrável. O modelo Ultra destaca-se pela inclusão de um ecrã interno de 8 polegadas, uma bateria de 5000 mAh e um sensor principal de fotografia de 200 MP, justificando o seu posicionamento de luxo. A variante standard recebe painéis LTPO de 120 Hz e baterias com uma capacidade de 4800 mAh.
A divisão de acessórios e tecnologia de vestir acompanha esta tendência de encarecimento. O novo relógio Watch 9 arranca nos 409 euros na sua configuração Bluetooth de 40mm, subindo até aos 489 euros na versão LTE de 44mm. A alternativa pensada para desporto extremo, o Watch Ultra 2 na sua versão LTE, atinge os 749 euros, exigindo mais 50 euros em comparação com a geração prévia.
Resta aguardar pelas comunicações oficiais no decorrer do mês para confirmar eventuais campanhas de pré-compra e retomas que possam atenuar este impacto financeiro inicial para os consumidores.












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