
A Anthropic aplicou uma mudança nas suas políticas de utilização. A partir de agora, está proibido o uso de autenticação OAuth baseada em subscrições para qualquer produto, ferramenta ou serviço de terceiros.
Novas regras exigem o uso de chaves API
Esta atualização na política da empresa proíbe especificamente os tokens OAuth provenientes das subscrições Free, Pro e Max do modelo em todos os contextos que não sejam as plataformas oficiais da marca, nomeadamente o Claude Code e a página web principal.
Os programadores que integram as capacidades deste modelo, incluindo aqueles que recorrem ao Agent SDK, são agora obrigados a utilizar a autenticação por chave API. Estas chaves têm de ser emitidas diretamente através da consola oficial ou de um fornecedor de serviços na nuvem suportado. Com esta revisão, os criadores externos deixam de ter autorização para oferecer o início de sessão através do serviço oficial ou para reencaminhar pedidos em nome dos utilizadores com os planos normais.
O fim das alternativas económicas para programadores
Esta medida afeta de imediato as equipas e os criadores de ferramentas que contornavam as taxas de utilização da API. Até aqui, muitos utilizavam as subscrições Max em conjunto com soluções externas de terceiros.
Ferramentas como o OpenClaw e o OpenCode davam aos utilizadores a possibilidade de depender das suas subscrições pessoais em vez de pagarem por cada utilização individual. Embora esta prática operasse numa zona cinzenta, a situação está agora clarificada e estas ações deixam de ser permitidas, conforme detalhado na documentação oficial da empresa.












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