
Demorou mais do que o previsto, mas a Apple finalmente revelou os novos MacBook Pro equipados com os tão aguardados processadores M5 Pro e M5 Max. Estas variantes mais poderosas do silício da marca vão estar disponíveis nos tamanhos clássicos de 14 e 16 polegadas. As pré-encomendas arrancam já no dia 4 de março, com as entregas previstas para o dia 11 do mesmo mês. No entanto, prepara a carteira: a nova geração traz um aumento de preço considerável face aos modelos anteriores.
O salto de potência com os M5 Pro e M5 Max
O modelo de 14 polegadas pode ser configurado com qualquer um dos novos chips. Se optares pelo M5 Pro, terás à disposição um processador (CPU) de 15 ou 18 núcleos e uma placa gráfica (GPU) de 16 ou 20 núcleos. Já o M5 Max eleva a fasquia com um CPU de 18 núcleos e opções de GPU de 32 ou 40 núcleos. O modelo base com o chip Pro inclui agora 24 GB ou 48 GB de memória RAM e dá um salto no armazenamento, começando no 1 TB, o dobro dos 512 GB que eram norma no passado.
Para quem prefere ecrãs maiores, o MacBook Pro de 16 polegadas arranca com a versão do M5 Pro dotada de 18 núcleos de CPU e 20 de GPU. As configurações para o M5 Max são idênticas às oferecidas no modelo mais pequeno, garantindo o mesmo nível de desempenho extremo para profissionais.
Preços sobem, mas as especificações acompanham
A mudança mais notória para os consumidores será a nova tabela de preços. A linha completa sofreu um agravamento de custos. O modelo base de 14 polegadas com o chip M5 tradicional passou de 1599 dólares para 1699 dólares (cerca de 1550 euros, numa conversão direta sem impostos). A boa notícia é que o armazenamento base duplicou para 1 TB, justificando parte deste aumento exigido pela marca.
Os valores escalam rapidamente nas versões mais potentes. O MacBook Pro de 14 polegadas com o M5 Pro começa agora nos 2199 dólares, enquanto a versão de 16 polegadas dispara para os 2699 dólares, trazendo de origem 24 GB de RAM e 1 TB de espaço. Se apontares para o modelo com M5 Max, os preços começam nos 3599 dólares para as 14 polegadas e 3899 dólares para as 16 polegadas, ambos com impressionantes 36 GB de RAM e 2 TB de armazenamento.
A empresa garante ainda que os discos SSD integrados são duas vezes mais rápidos que os da geração anterior. Além disso, os portáteis recebem o novo chip N1 desenvolvido internamente, que assegura conectividade Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. A autonomia continua a ser um dos principais pontos de venda, com a bateria a prometer até 24 horas de uso contínuo. O já conhecido ecrã Liquid Retina XDR mantém-se presente, acompanhado pela câmara frontal de 12 megapixéis com a funcionalidade de enquadramento inteligente.
O lançamento destes equipamentos robustos chega com um atraso invulgar face à revelação dos chips M5 normais, que decorreu no outono passado com pouco alarido na versão base do portátil, segundo a informação partilhada pela Apple no seu site oficial.












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