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Xiaomi 17

A indústria dos telemóveis está prestes a dar um salto monumental na tecnologia de baterias e processamento. De acordo com as mais recentes fugas de informação partilhadas pelo conhecido informador Digital Chat Station no Weibo, a fabricante encontra-se a desenvolver um novo topo de gama com ecrã de grandes dimensões e tecnologia de 2 nm. O consenso da indústria e fontes internas confirmam que este dispositivo é o muito aguardado Xiaomi 18 Pro Max, que tem lançamento inicial exclusivo na China, antes de uma chegada global marcada para 2026, com o objetivo de redefinir o segmento mais premium do mercado.

Autonomia imbatível e a potência do novo processador

A revelação mais impressionante sobre o novo equipamento prende-se com a sua capacidade de energia. Amostras de engenharia confirmam que a capacidade da bateria começa por um oito, com um objetivo máximo a rondar os impressionantes 8500 mAh. Apesar desta célula massiva, espera-se que o telemóvel mantenha o carregamento rápido com fios de 100W, em conjunto com capacidades de carregamento sem fios, sucedendo assim à bateria de 7500 mAh presente na geração anterior. Para o modelo mais compacto, a versão Pro, está reservada uma bateria de 7000 mAh.

No interior, o equipamento será alimentado pela próxima geração do processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro. Construído com o avançado processo de 2 nm da TSMC, este chip representa uma enorme mudança arquitetónica, com as fugas de informação a apontarem para duas versões distintas que oferecem suporte robusto de memória e gráficos avançados. Todo este hardware será gerido pelo sistema operativo HyperOS 4, disponível logo à saída da caixa.

Inovação fotográfica e um preço a condizer

No departamento da imagem, a tecnológica não está a poupar esforços. Tanto a versão Pro como a Pro Max vão partilhar o inovador ecrã traseiro mágico e funcionalidades impulsionadas por inteligência artificial. Contudo, os rumores indicam em exclusivo que o modelo Pro Max vai abandonar os tradicionais sensores da Sony para adotar o avançado sensor SmartSens LOFIC 3.0 de 200 MP. Este sistema fotográfico será complementado por lentes periscópicas, acessórios magnéticos para as lentes e teleconversores de encaixe rápido.

Como seria de prever, todo este hardware de vanguarda terá um custo associado. Os analistas de mercado preveem que a nova série inaugure a era dos topos de gama na casa dos 1300 dólares, o que numa conversão direta se traduz em cerca de 1200 euros, um valor de referência que poderá sofrer os habituais ajustes e taxas nos mercados europeus. Como é apanágio nos grandes lançamentos da marca, estes equipamentos vão estrear-se no mercado chinês, com os equivalentes globais a chegarem mais tarde durante o ano.

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