
A marca tecnológica oficializou o seu novo portátil Matebook 14, um equipamento desenhado de raiz para rivalizar diretamente com o MacBook Neo. Equipado com um ecrã OLED de alta qualidade, o novo processador Kirin X90 e uma promessa de 21 horas de autonomia, o modelo destaca-se pela sua forte aposta no mercado chinês, segundo os detalhes avançados no site oficial da Huawei.
Ecrã OLED de excelência e design apelativo
Embora partilhe uma estética vibrante com cores chamativas que lembram os seus concorrentes mais diretos, o novo portátil da Huawei afasta-se pelas suas especificações técnicas avançadas. O painel OLED de 14,2 polegadas entrega uma taxa de atualização de 120 Hz e resolução QHD. Este ecrã suporta ainda a caneta M-Pen 3, com capacidade para reconhecer gestos no ar, garantindo um brilho de 500 nits e uma elevadíssima fidelidade na reprodução de cores.
Com apenas 14,5 mm de espessura e um peso de 1,33 kg, a mobilidade foi claramente uma prioridade no seu desenho. O teclado retroiluminado conta com um sensor de impressões digitais integrado e apresenta opções de design distintas: as teclas são arredondadas nas versões em rosa ou verde, enquanto a variante cinzenta adota teclas quadradas. Para complementar a navegação, o trackpad suporta o reconhecimento de até cinco toques em simultâneo.
Desempenho focado na inteligência artificial e autonomia
No interior, o portátil é alimentado pela plataforma Kirin X90, que pode ser combinada com 24 GB ou 32 GB de memória RAM. De acordo com a fabricante, esta combinação proporciona a fluidez ideal para as tarefas diárias e tira total partido das aplicações de inteligência artificial. Os utilizadores têm acesso a cerca de 17.000 títulos na App Gallery, otimizados propositadamente para o HarmonyOS. Para garantir que a performance não abranda sob cargas intensas de trabalho, a máquina integra um sistema de arrefecimento com ventoinhas ativas.

No que diz respeito à energia, a bateria de 70Wh promete até 21 horas de reprodução contínua de vídeo armazenado localmente. O carregamento de 66W é um trunfo importante, que suporta ainda o carregamento inverso através da porta USB-C com as normas SCP, UFCS e PD, permitindo ceder energia a outros dispositivos do utilizador. O leque de conetividade inclui uma saída HDMI 2.1, uma porta USB-C, duas portas USB-A 3.2 Gen 1, ligação de áudio de 3,5 mm, suporte para a norma Wi-Fi 7+, Bluetooth 6.0 e a tecnologia FlashStar. A experiência de comunicação é assegurada por uma câmara web de 1080p, juntamente com dois altifalantes e dois microfones integrados.
Disponibilidade e preços no mercado
De momento, este novo Matebook equipado com o HarmonyOS encontra-se disponível apenas na China. A versão com 24 GB de RAM e 512 GB de armazenamento SSD tem um preço a rondar os 845 euros (6599 CNY). A variante de topo, com 32 GB de RAM e um disco SSD de 1 TB, chega ao mercado por um valor próximo dos 1100 euros (8599 CNY).
Até à data, as edições com HarmonyOS não têm lançamento previsto para o mercado global, onde a tecnológica mantém a oferta de modelos com Windows. Resta agora esperar para perceber se esta nova investida do ecossistema chegará aos utilizadores no resto do mundo.












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