
A fabricante tecnológica revelou o seu mais recente telemóvel de entrada que promete agitar o mercado europeu. Segundo as informações avançadas pelo The Verge, a empresa decidiu abandonar a nomenclatura Lite da geração anterior para dar lugar ao novo Phone 4B. Este equipamento chega a Portugal e ao resto da Europa com a maior capacidade de energia alguma vez vista nos terminais da marca, deixando novamente de fora os consumidores norte-americanos.
Design familiar com novidades no interior
O novo dispositivo da Nothing herda vários elementos visuais dos modelos lançados em março, combinando o aspeto unibody da versão Pro com uma construção em plástico, em vez de metal. Na traseira, os utilizadores continuam a encontrar uma versão refinada do característico sistema de luzes de notificação Glyph Bar. O telemóvel apresenta ainda certificação IP64 contra água e poeiras, e estará disponível nas cores branco, preto e azul.
No painel frontal, a marca aposta num ecrã OLED de 6,77 polegadas com uma taxa de atualização de 120 Hz. Para garantir o desempenho nas tarefas diárias, o equipamento é alimentado pelo processador Snapdragon 6 Gen 4 da Qualcomm, emparelhado com 8 GB de memória RAM e opções de 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. O departamento fotográfico é gerido por um sensor principal de 50 megapíxeis com estabilização ótica de imagem, acompanhado por uma câmara ultrawide.
Bateria reforçada e nova estratégia de preços
Um dos maiores destaques deste lançamento recai sobre a autonomia, com a integração de uma bateria de 5200 mAh para o mercado europeu, capacidade que se estende aos 6000 mAh na variante destinada à Índia. O telemóvel vem de fábrica com o novo Android 16 e tem garantidos três anos de atualizações de sistema operativo, bem como seis anos de correções de segurança. O lançamento faz-se ainda acompanhar pelos novos auriculares Ear 3A.
Nas lojas a partir de 17 de julho, o novo telemóvel fixa o seu preço nos 329 euros, o que representa um aumento de 80 euros face à alternativa da geração passada. O encarecimento e a aposta nesta nova linha surgem num período estratégico, numa altura em que a fabricante já justificou que não irá lançar novos equipamentos sob a sua marca mais acessível CMF durante este ano, devido à subida generalizada dos preços dos componentes de memória na indústria.












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