
Lembras-te dos tempos em que podias arrastar a barra de tarefas para o topo, para a esquerda ou para a direita do ecrã? Essa liberdade de personalização, que existia desde os anos 90, desapareceu abruptamente com o lançamento do Windows 11 em 2021. Na altura, a decisão foi vista como uma simplificação apressada, gerando uma onda de críticas que durou cinco anos.
Durante muito tempo, a gigante tecnológica fez ouvidos de mercador, chegando mesmo a afirmar que a posição da barra de tarefas "não era importante". No entanto, parece que a estratégia mudou. Segundo os relatórios mais recentes, a Microsoft está finalmente a planear corrigir os pontos mais frustrantes do seu sistema operativo ainda durante este ano de 2026.
O regresso da personalização e do redimensionamento
A grande novidade é que a funcionalidade de mover a barra de tarefas para o topo ou para as laterais do ecrã está a ser desenvolvida internamente. Mas as boas notícias não ficam por aqui: a capacidade de alterar o tamanho da barra, outra funcionalidade "matada" na transição para o novo design, também deverá regressar.
De acordo com as informações avançadas pelo Windows Central, se tudo correr conforme o planeado, estas duas funcionalidades serão anunciadas oficialmente no verão. Isto representa uma inversão total na postura da empresa, que até agora se mostrava irredutível quanto ao design fixo na parte inferior do ecrã.
Menos "tralha" de IA e mais estabilidade
O plano de "reparação" do Windows para 2026 não se fica apenas pela estética. A empresa comprometeu-se a resolver outras queixas recorrentes dos utilizadores, nomeadamente o desempenho inconsistente, a estabilidade do sistema e a correção de bugs persistentes.
Mais interessante ainda é a promessa de abordar a "superabundância" de funcionalidades de inteligência artificial questionáveis. Com o frenesim da IA a dominar o mercado nos últimos anos, muitos utilizadores sentiram que o sistema operativo estava a ficar inchado com ferramentas que não pediram. Resta agora esperar para ver se estas promessas se concretizam, ou se são apenas mais uma tentativa de apaziguar os ânimos de uma base de utilizadores cansada.










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