
A mais recente atualização de março para os equipamentos Google Pixel está a gerar descontentamento entre os utilizadores, ao remover funcionalidades práticas de interação com imagens diretamente no menu de aplicações recentes, segundo informações partilhadas pelo site 9to5Google. O processo para extrair e partilhar conteúdos visuais tornou-se mais complexo, obrigando a passos adicionais que contrariam a fluidez a que a marca já tinha habituado o seu público.
O fim da conveniência no menu de recentes
Durante os últimos anos, a interface do Android permitia aos utilizadores selecionar textos e imagens diretamente a partir da vista de aplicações recentes. Este método facilitava imenso a cópia de conteúdos sem a necessidade de abrir a aplicação original. Ao pressionar uma imagem neste menu, surgia um leque de atalhos que incluía a pesquisa no Google Lens, copiar, partilhar e guardar. No entanto, a nova atualização aplicou um corte severo nestas ferramentas, eliminando por completo o acesso direto ao Lens e a opção nativa de guardar as fotografias.
Caminhos mais longos para tarefas simples
O desaparecimento do atalho direto para o Lens é uma das ausências mais sentidas, uma vez que eliminou o processo rápido que muitos utilizadores adotavam para identificar objetos, pesquisar produtos ou traduzir textos contidos em fotografias. Embora ainda seja possível guardar as imagens capturadas neste ecrã, o método exige agora mais trabalho. Os utilizadores precisam de abrir a fotografia pretendida, selecionar a opção de partilha e, de seguida, escolher a alternativa de envio direto para o Google Fotos. Estas alterações de interface chegam integradas no pacote de novidades de março, que também introduziu o novo modo Comfort View e o suporte a janelas flutuantes para os tablets da fabricante.












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