
Os fãs que esperavam uma revolução biométrica no próximo topo de gama da Google podem ter de aguardar mais algum tempo. Segundo informações avançadas pelo 9to5Google e baseadas numa fuga de informação da conta Mystic Leaks, a gigante tecnológica decidiu abandonar a nova tecnologia de reconhecimento facial no seu futuro Pixel 11.
O fim do Projeto Toscana
Desde os tempos do Pixel 4 que a empresa tem demonstrado grande interesse em sistemas avançados de desbloqueio facial. Embora os modelos mais recentes com processadores Tensor utilizem a câmara frontal para oferecer uma segurança biométrica considerável, esta abordagem continua a apresentar uma limitação evidente, uma vez que não funciona de forma ideal em ambientes com pouca luz.
Para resolver este obstáculo, a fabricante estava a desenvolver o chamado "Projeto Toscana". Esta nova arquitetura prometia integrar sensores infravermelhos por baixo do ecrã do telemóvel, garantindo um desbloqueio instantâneo e eficaz mesmo na escuridão total, rivalizando diretamente com a velocidade do sistema equivalente nos equipamentos da Apple.
Adiado para gerações futuras
Infelizmente, o relatório mais recente indica que este hardware avançado não fará parte da nova geração de smartphones. O motivo parece ser simples: a tecnologia ainda não se encontra pronta para ser lançada ao mercado. Esconder sensores infravermelhos sob o ecrã traz desafios técnicos complexos, o que levou a um provável adiamento de todo o projeto.
Dado o historial da marca em refinar as suas funcionalidades antes da disponibilização oficial, é muito provável que este sistema de reconhecimento inovador tenha sido guardado para as gerações seguintes. Por agora, quem aguarda pela nova linha de equipamentos terá de continuar a confiar no leitor de impressões digitais e no atual reconhecimento através da câmara padrão.












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