
A China está a conseguir contrariar as sanções internacionais e reduziu de forma significativa a sua desvantagem no setor dos semicondutores. Segundo dados partilhados na rede social X, o governo chinês emitiu uma ordem de mobilização total para acelerar o desenvolvimento de componentes avançados, permitindo que a fabricante local CXMT encurtasse a distância tecnológica face à Coreia do Sul para apenas três anos.
O avanço da CXMT face às gigantes sul-coreanas
A evolução do mercado demonstra a resiliência do ecossistema tecnológico do gigante asiático, que tem investido fortemente para contornar os bloqueios ao fornecimento de chips de inteligência artificial e maquinaria industrial. Analistas de mercado apontam que a CXMT está agora apenas a duas ou três gerações de alcançar a Samsung, a atual líder mundial do setor de armazenamento. Embora o rendimento inicial dos novos chips HBM3 ainda permaneça baixo nesta fase, a aproximação constante coloca uma pressão inédita sobre as marcas rivais.
Metas de produção global até ao final do ano
Para mitigar os efeitos da forte procura e garantir a autossuficiência do país, o plano estratégico delineado por Pequim exige uma expansão rápida da capacidade industrial. A meta estabelecida prevê que a fabricante chinesa consiga atingir uma produção mensal de 300 mil bolachas de silício de 12 polegadas até ao final de 2026. Este volume representa cerca de 14% do fornecimento mundial de memória HBM, um feito que colocará a empresa diretamente ao mesmo nível de grandes fornecedores globais de hardware como a Micron.












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