
Piratas informáticos terão invadido as redes do FBI. Na quinta-feira, citando uma fonte anónima, a CNN avançou que a falha de segurança afetou um sistema crítico utilizado para gerir escutas telefónicas e mandados de vigilância de inteligência estrangeira.
FBI confirma atividades suspeitas
Um porta-voz do FBI confirmou que a agência identificou e tratou atividades suspeitas nas suas redes. A mesma fonte garantiu que a entidade utilizou todas as suas capacidades técnicas para dar resposta ao incidente, embora tenha recusado fornecer detalhes adicionais sobre a dimensão do ataque ou os potenciais responsáveis à imprensa.
Uma vaga de ciberataques contra os Estados Unidos
Este é o mais recente de uma série de incidentes graves a afetar agências governamentais e grandes empresas norte-americanas. No ano passado, piratas informáticos chineses acederam ao Tesouro dos Estados Unidos e à Administração Nacional de Segurança Nuclear, a entidade responsável por supervisionar o arsenal nuclear do país. Em paralelo, um grupo de origem russa conseguiu roubar registos confidenciais do sistema de arquivos dos tribunais norte-americanos.
A juntar a este cenário, a iniciativa DOGE de Elon Musk assumiu o controlo de dados pessoais da população, quebrando protocolos federais e práticas de cibersegurança estabelecidas há muito tempo, mesmo após o aviso de um senador sobre os sérios riscos para a segurança nacional.
Entretanto, o grupo de piratas informáticos chinês conhecido como Salt Typhoon já invadiu pelo menos 200 empresas norte-americanas, segundo as informações do próprio FBI. Entre os alvos confirmados encontram-se fornecedores de telecomunicações de relevo, como a AT&T, a Verizon, a Lumen, a Charter Communications e a Windstream.












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