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Amazon caixas

 

O COVID-19 tem vindo a tornar-se cada vez mais um surto que passou de ter origem na China para afetar dezenas de países em todo o mundo, e na vertente digital o nome também tem vindo a ser utilizado para os mais variados fins – sobretudo no que respeita a atividades ilícitas.

 

No entanto, a Amazon é uma das empresas que mais tem vindo a fazer para evitar a propagação de conteúdos e produtos falsos sobre a sua plataforma, que prometem os mais variados métodos de cura e prevenção contra a doença – e que nas últimas semanas tem vindo a surgir praticamente de forma diária.

 

De acordo com um relatório da agência Reuters, a Amazon terá retirado da sua plataforma digital mais de um milhão de produtos que prometiam os mais variados géneros de curas e prevenções contra o coronavírus. No entanto, a empresa foi ainda mais longe ao também remover produtos que surgiram na mesma altura em que o coronavírus começou a ganhar destaque, e que aproveitavam a propagação da doença para ganharem alguns destaque – por exemplo, comprimidos para prevenir “gripes”.

 

Noutra vertente, a empresa também aplicou restrições a vendedores que aproveitaram a elevada procura de produtos para elevar consideravelmente os preços de venda dos mesmos. Por exemplo, alguns vendedores de mascaras e produtos de higiene aumentaram os preços dos seus produtos em mais de 300% desde o início do surto – que para a Amazon será considerado uma prática desleal e em violação dos termos da plataforma.

 

Apesar de a empresa ter planos para evitar que os consumidores possam ser afetados por este género de esquemas, ainda parte da empresa proceder com a  aplicação das medidas junto dos vendedores – apesar de os dados mais recentes apontarem que isso parece estar a ser bem feito pela empresa.







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