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hacker com cara de bitcoin

Uma operação internacional de grande escala, que contou com a participação da Polícia Judiciária (PJ), desmantelou uma rede criminosa dedicada a burlas com criptoativos que lesou cidadãos portugueses em mais de um milhão de euros. A ação, que decorreu no passado dia 17 de setembro, foi coordenada entre Portugal, Espanha, Bulgária e Lituânia, com o apoio da Europol e da Eurojust.

O esquema de fraude levou à detenção de um suspeito em território nacional, que enfrenta acusações de associação criminosa, branqueamento de capitais e burla qualificada.

O esquema: promessas de lucro fácil em falsas plataformas

A rede criminosa operava através de páginas de internet fraudulentas, criadas especificamente para seduzir potenciais investidores com a promessa de lucros elevados e rápidos em investimentos de criptomoedas. As vítimas, convencidas de que estavam a realizar um investimento legítimo, transferiam os seus fundos para contas bancárias sediadas na Lituânia.

No entanto, o dinheiro nunca era investido. Em vez disso, os valores eram apropriados pelos criminosos e posteriormente dispersos através de um esquema de branqueamento de capitais que envolvia países como Portugal, Espanha, Reino Unido e Bulgária.

Operação internacional com resultados em Portugal

A investigação culminou numa operação conjunta que, em Portugal, resultou na realização de nove buscas domiciliárias. Foi ainda detido um suspeito em cumprimento de um mandado de detenção europeu. O detido já foi presente ao Tribunal da Relação de Lisboa e aguarda agora o processo de extradição para Espanha, onde a investigação principal tem lugar.

Bens de luxo e imóveis apreendidos

A ação policial em território nacional permitiu a apreensão de um vasto património. As autoridades confiscaram seis imóveis, três veículos de gama alta, um motociclo e artigos de luxo, incluindo seis relógios e 15 quadros. Foram ainda apreendidos cerca de 20 mil euros em criptoativos.

O processo-crime está a cargo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), que continua a investigar a extensão da rede em Portugal.

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